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terça-feira, 24 de março de 2009

A Fuego Lento

A fuego lento tu mirada
A fuego lento tu, nada
Vamos tramando esta locura
Con la fuerza de los vientos y el calor de la ternura
Sigue el camino del cortejo
A fuego lento, a fuego viejo
Sigo avivando nuestra llama
Con todo lo que te quiero y lo mucho que me amas

A fuego lento me haces agua
Contigo tengo el alma enamorada
Me llenas, me vacias, me desarmas
Ay, ay amor cuando me amas
A fuego lento revoltosas
Caricias que parecen mariposas
Se cuelan por debajo de la ropa
Y van dejando el sentimiento
Amor forjado a fuego lento

A fuego lento mi cintura
A fuego lento y con lisura
Vamos tramando este alboroto
Con la danza de los mares y el sabor del poco a poco
Sigo el camino del cortejo
A fuego lento a fuego añejo
Sigo avivando nuestra llama
Tantos dias como sueños
Tantos sueños que no acaban

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Para descontrair....


quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Perdas e Danos

"Há baixas que não são aceitáveis, há danos que não podem ser controlados."


Fomos à Teia Digital, voamos n' As Asas de Hermes.

Nimrod nos guiava, sua forma era a d'O Caçador. Me orgulhei dele, do que ela podia fazer, do respeito que ela havia conquistado lá. Me orgulhava que ele estava, naquele momento, naquela missão, ao meu lado.

Ele tinha descoberto algumas informações sobre os Homens de Giz, elas nos levavam a um Adepto chamado Stunt. Fomos até o refúgio dele n'As Asas.

E lá encontramos os Homens de Giz, e combatemos eles, e eu mandei que ele saísse de lá... mas não cedo o suficiente... não rápido o suficiente...

E ele se desfez, num grito silencioso, diante do meus olhos, diante do meu olhar impotente.

Por horas, dias procuramos seu espírito, sua mente... em vão. Quando finalmente tive coragem de olhar as linhas de sua mão, não tive a coragem para aceitar. Ainda não tenho.

Ainda espero.

A escolha me foi tirada, meu tempo e minha decisão não foram respeitados. E eu fui traída por quem eu confiava.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2009




sábado, 29 de novembro de 2008

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Tatuagens





quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Aniversário

Aniversário de dois anos do Julian, fiz a festa na capela-escola, o espaço é bom, tem brinquedos e lugar para todos, e tudo correu tranqüilamente, a Louise levou os gêmeos, e a Ingrid é muito, muito ativa, e o Julian acompanha o ritmo dela... Estavam também a Aninha, o Finn, o Will, o Pedro (esses dois se deram muito bem...) Mark Jr. além dos filhos dos meus colegas de trabalho.
Mas pro fim da festa, quando os convidados já tinham ido embora e estávamos só os "de casa" começaram as coisas estranhas.. um eclipse, não previsto, quase no fim do dia. Nem preciso dizer que os magos todos ficaram em polvorosa... Logo logo o Orozco teve que sair porque o Grey chamou. E nós tivemos uma vertigem, alguns mais forte que outros.
Vidoc me ligou, segundo ele, ele e Gural haviam encontrado algo aterrador. Fomos. Os meninos haviam encontrado os corpos de 8 Irmãos de Akasha...., perto tinha um barco, eu e a Louise nadamos até ele... mais mortos, cerca de 15 Akasha e 2 Euthanatos. Segundo a Louise, naquela embarcação estava o Buda... e ele não estava mais lá... grandes problemas...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Tempo

Dois anos passaram desde que fomos à Lua... dois calmos anos... e tanta coisa mudou.

A Louise teve seus gêmeos, ela, o Dylan e as crianças moram no campo.
O Professor se acertou com a Samantha, teve uma época que eu realmente achei que isso não ia acontecer... mas eles estão bem e vão ter um bebê em três meses, ele vai começar a procurar uma casa para eles morarem. Ela não deixou a Tecnocracia, mas o trabalho dela é bem tranqüilo, ela viaja bastante e passa uma semana por mês em Nova Iorque, não sei como vão fazer quando o bebê nascer.
O Orozco se mudou para os Estados Unidos, continua um tecnocrata, e agora trabalha com o Grey. Estamos morando juntos há quase dois anos. Na casa do meu pai. Bom, mais ou menos, nós fizemos algumas obras e são duas casas separadas, mas... nem sei explicar direito como isso aconteceu, meus irmãos insistiram, o pai insistiu... e negociando...bom... a gente se entende. Voltei para a polícia, mas agora como sargento, na SWAT. Quando estávamos na europa, me ocorreu que eu poderia ser uma boa negociadora, mas na verdade o treinamento é bem mais físico e intenso, mas eu lidero minha própria equipe:

Ed Lane

Julianna "Jules" Callahan


Sam Braddock


Kevin "Wordy" Wordsworth


Gregory Parker


Lou "Lewis" Young

Mike "Spike" Scarlatti

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Parte 33

Bom, estamos na Lua... uma cidadela da Tecnocracia, criada nos anos 50, e agora, ao que parece, eles perderam o interesse e isso é quase que terra de ninguém. Os "nativos" tem um sério preconceito contra "ternos pretos" a Louise não estava usando um, já que parece ser meio desconfortável com aquela barriga, ela espera gêmeos.

Mas tanto eu quanto Orozco estávamos usando os tais ternos pretos, e isso já causou frisson. Chegamos no sábo de noite, e passamos o domingo descansando... mais ou mesnos, de qualquer forma... na segunda pela manhã tivemos uma reunião, tomamos algumas decisões. Pela tarde Orozco e eu fomos aos laboratórios e começamos as investigações. Pela noite, Louise e Dylan foram à transportadora e roubaram alguns resgistros em vídeo. Juntando o que nós descobrimos e o que eles descobriram conseguimos chegar a dois nomes, dois irmãos, Jerry e Matthew O'Hara.
Os rapazes foram à Cidade Baixa atrás de Matthew, e as damas à Cidade Alta atrás de Jerry (cientista, Progenitor).
Chegams a uma pequema fazenda, e as coisas decorreram estranhamente calmas, até que no carro, conforme a SAmantha conversava com Jerry, foi descobrindo que ele não era ele, e sim uma máquina colocada lá prá nos enganar. Ela acabou ativando um protocolo de segurança que fez com que a máquina explodisse, levando junto o carro, só conseguimos saltar por que deu tempo que eu lançasse uma espécie de campo de força isolando a explosão por algum tempo com Ars Virium .

Família



sábado, 12 de julho de 2008



segunda-feira, 30 de junho de 2008

Metade

Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio
que a morte de tudo em que acredito
não me tape os ouvidos e a boca
porque metade de mim é o que eu grito
mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
seja linda ainda que tristeza
que a pessoa que amo seja pra sempre amada
mesmo que distante
porque metade de mim é partida
mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
apenas respeitadas como a única coisa
que resta a um homem inundado de sentimentos
porque metade de mim é o que ouço
mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora

se transforme na calma e na paz que eu mereço
e que essa tensão que me corrói por dentro
seja um dia recompensada
porque metade de mim é o que penso
mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste
e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
que o espelho reflita em meu rosto num doce sorriso
que eu me lembro ter dado na infância
porque metade de mim é a lembrança do que fui
a outra metade não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria

pra me fazer aquietar o espírito
e que o teu silêncio me fale cada vez mais
porque metade de mim é abrigo
mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
mesmo que ela não saiba
e que ninguém a tente complicar
porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
porque metade de mim é platéia
e a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada

porque metade de mim é amor
e a outra metade também.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Retratos

Conversas I

Na cidadela da Lua, no hotel, Amanda e Orozco descobrem o impacto que os ternos pretos causam na população local, enquanto jantam no restaurante do hotel, ele pede licença e se levanta, conversa com duas mulheres por alguns minutos e retorna à mesa, Amanda observa e quando ele retorna:

- Tem uma coisa que eu acho que precisa ser dita.

- Então diz – responde ele um pouco apreensivo;

- Eu sou ciumenta.

- Mas não era nada disso eu fui falar com elas por causa da curiosidade que o terno gera...

- Tudo bem, mas precisava ser dito, e é melhor que seja agora.

-Bom, sendo assim... Eu também sou um pouco possessivo, mas eu nunca dei motivo para ciúmes.

Boas falas, ela pensa...


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ternos Pretos

"Agente" Amanda O'Malley

e

Agente Vicenzo Orozco


sábado, 14 de junho de 2008

Fogo em brasa

terça-feira, 10 de junho de 2008

Arsenal VIII


Outra varinha, esta feita de prata e cristal, utilizada como focus de Ars Spiritum.

Nimrod

Derek Nolan
Meu Aprendiz, quando fomos ao futuro fiquei sabendo que ele morreu assassinado pelos Adeptos, bastante competitivo, muito inteligente, mas tem uma visão meio estranha da magia, alguns dos seus conceitos deveriam ser revistos, mas o tempo ensina...

A Woman's Threat

My time, my patience, my love
My blood, my sweat, my tears
My burdens, my drama, my pain
My car, my money, my home
My ups, my downs, my fears
And my hours, my work, my strength
My fault, my this, my that
Nigga please

If you don't stop
Someone's gonna lay in your bed
And someone's gonna eat your food
And someone's gonna wear your gloves
And someone's gonna fit your shoes
And someone's gonna get your keys
And someone's gonna open your doors
Someone's gonna get your check
This is a woman's threat
Baby, this is a woman's bet

My shakin', my sleep, my stress
My days, my night, my rest
My do's, my don'ts, my dares
And my church, my pastor, my prayers
My all, my faith, my powers
And my kitchen, my sink, my towels
My joy, my sad, my hate
And my sister, my cousin, my friends
My lights, my gas, my bills
My role, my way, my will
My hollerin', my fussin', my fights
Nigga please

If you don't stop
Someone's gonna lay in your bed
And someone's gonna eat your food
And someone's gonna wear your gloves
And someone's gonna fit your shoes
And someone's gonna get your keys
And someone's gonna open your doors
Someone's gonna get your check
This is a woman's threat
Baby

My future, my hopes, my dreams
My panties, my socks, my things
My flowers, my dress, my ring
My man, my lover, my king
My live, my chance, my fault
And my guts, my courage, my wounds
My fence, my neighbors, my yard
My chains, my lock, my guards
My win, my lose, my gain
And my credit, my card, my name
Myself, my freedom, my roof
Nigga please

If you don't stop
Someone's gonna lay in your bed
And someone's gonna eat your food
And someone's gonna wear your gloves
And someone's gonna fit your shoes
And someone's gonna get your keys
And someone's gonna open your doors
Someone's gonna get your check
This is a woman's threat
Baby, this is a woman's bet

Listen
Have you ever heard the story
About the three little bears
See they papa was gone
For a long, long, long, long time
When he returned
To his sweet little home
He had come to find
That all of his porridge was gone

If you don't stop
Someone's gonna lay in your bed
And someone's gonna eat your food
And someone's gonna wear your gloves
And someone's gonna fit your shoes
And someone's gonna get your keys
And someone's gonna open your doors
Someone's gonna get your check
This is a woman's threat



domingo, 8 de junho de 2008

África

"You gotta cry without weepping, talk without speaking, scream without raising your voice"

Eu não queria... não podia...


Eu precisava gritar ao mesmo tempo que não queria falar, precisava beber e ao mesmo tempo manter a cabeça no lugar...
E ele estava lá para ouvir o meu silêncio. E adivinhar todo o resto...

Eu precisava daquele abraço, me dava conforto e um porto seguro.

Aquele beijo... e tudo que veio depois...


Parte 32

Resumindo...

Estamos na Tecnocracia há algum tempo. Antes da viagem JJ terminou comigo... mais ou menos, queria dar um tempo... procurei ele já aqui em Barcelona, e a posição dele continuava a mesma , na verdade ainda mais distante...

Disse coisas injustas... e eu segurei no osso do peito. Nada é fácil...

Trouxemos o Julian para Barcelona, ainda não me sinto segura com essa decisão.

Aquele prédio por si só pode deixar a qualquer um louco...

Meu parceiro, Vicenzo Orozco, Nova Ordem Mundial, Operativo, policial, católico, pai. Eu não queria um amigo... eu mal queria um parceiro... Mas o homem é determinado... E não é um Tecnocrata como eu esperava... o problema de estar no meio deles, é que eles passam a ter rostos...

E Orozco fez o Tecnocrata virar uma pessoa, e a pessoa virar um homem.

Eu contei ao Orozco que eu sou uma TR. Ele não é burro e ia acabar descobrindo. Antes mesmo de saber ele já tinha me pedido para acompanhá-lo em uma viagem à Faixa de Gaza, ele queria compreender melhor o amigo dele, Victor Salazar, antigo Tecnocrata que acabou virando um TR.
Fomos todos, Orozco, eu, Louise, Dylan, Oliver e Samantha. Na Faixa de Gaza conversamos com o Espectro, ele abriu uma espécie de portal que nos levaria até a Bruxa da Árvore. Seguimos...
Estávamos no meio da África e a Bruxa era a Vasla.
Foi como estar, um pouquinho, em casa...
Lá, na África nós ajudamos o povo leão a recuperar seu espírito guia. Mas mais do que isso... essa viagem mudou aguma coisa em cada um de nós, principalmente no Orozco.


Parte 31

A Tecnocracia é um saco... mas tem gente boa...

Drª Samantha Storm - A Eleita do Professor Oliver


Ag. Vicenzo Orozco - Mais que um amigo...


Parte 30

Meses passaram... mas tempo não importa.

Julian nos levou a um futuro que nós não gostamos, um futuro que em parte se dá devido aos nossos atos. Mason Presidente, Rachel a Primeira Dama, Grey o Ministro da Defesa... 2/3 da população mundial, morta.


Conversei com o Grey, com a Rachel... tudo muito confuso.


Sai que temos uma missão na Tecnocracia, infiltrados lá dentro, e lá vamos olhar no olho do furacão...


quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Wherever Will You Go

So lately, been wondering
Who will be there to take my place
When I'm gone, you'll need love
To light the shadows on your face
If a great wave shall fall
And fall upon us all
Then between the sand and stone
Could you make it on your own

If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low
I'll go wherever you will go

And maybe, I'll find out
A way to make it back someday
To watch you, to guide you
Through the darkest of your days
If a great wave shall fall
And fall upon us all
Then I hope there's someone out there
Who can bring me back to you

Run away with my heart
Run away with my hope
Run away with my love

I know now, just quite how
My life and love might still go on
In your heart and your mind
I'll stay with you for all of time

If I could turn back time
I'll go wherever you will go
If I could make you mine
I'll go wherever you will go

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Julian Johnson O'Malley


domingo, 14 de outubro de 2007

Para Julian

Desde quando eu te vi
Tudo ficou mais lindo:
A rua, a lua, o sol no céu luzindo.
Olhando teu olhar,
Ouvindo a tua voz
Chego a não crer,
A me surpreender, feliz, sorrindo.

Estrela singular
Da luz do amor nascida.
Antieclipse lunar da minha vida.
A cada passo teu
Segue meu coração,
Por entre os móveis, calçadas, parques e avenidas.

Viva cada instante, viva cada momento,
Proteja da razão teu sentimento.
Tente ser feliz enquanto
A tristeza estiver distraída.
Conte comigo
A cada segundo dessa vida.

E o tempo vai passar
Ao longo dessa estrada.
Novas estórias lhe serão então contadas.
E você vai crescer,
Sonhar, sorrir, sofrer
Entre vilões, moinhos, dragões e poucas fadas.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Cabala

domingo, 16 de setembro de 2007

Parte 29

Minha cabeça dói... a atmosfera parece elétrica... Abro os olhos devagar, ainda sinto a eletrecidade escapando pelos meus dedos, mãos, pés...


Estou no quarto em casa, na capela... tudo quieto e em silêncio, ao meu lado, um bebê. Julian. Meu filho. Ele parece bem, forte e saudável... Eu quero pegar ele no colo, quero tocar as bochechinhas, mas... não quero machucá-lo...

Me levanto devagar... quase posso ver a eletrecidade que escapa do meu corpo, vou até o banheiro, uma mecha branca no meu cabelo... pareço a Rogue agora... podia ser pior...

A primeira pessoal que encontro é JJ. Ele parece feliz em me ver de pé... mas tem muita coisa que preciso saber...
Pela primeira, pelo menos conscientemente, eu pego meu filho no colo, amamento... e quando vamos para a cozinha, eu posso olhar seu rostinho enquanto os outros me contam o que houve.
Mas é nesse momento que entra na cozinha um jovem negro, de óculos escuros, bonito, que me olha e diz: "mãe, eu tô em casa"


sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Parte 28

Enquanto estivemos fora, um espírito visitou a Capela, pelo menos foi o que eu entendi, era uma boneca, que queria voltar para sua "mãe". Isso levou as crianças às ruínas da floricultura onde a Alana foi agredida. Eles conversaram com um fantasma quando estavam lá, esse fantasma tinha um recado para a Louize: "O guia do Buda foi aprisionado pela Fênix na Toca do Lobo" mas eles resolveram investigar por conta própria....

As investigações dos nossos aprendizes os levaram a um clube noturno chamado "A Toca do Lobo", e para entrar lá, eles conseguiram indentidades falsas (com o Queixada...), e nessa empreitada, foram chamados à presença do proprietário, Adam Wolf. E depois que saíram, resolveram investigar o lugar, e o saldo disso foi o Mason capturado.

Pois é... grande confusão... grandes problemas... Eles ligaram pro Michael e prá Alana, ambos começaram a tomar providências, Pater Joseph estava também, de volta à Nova Iorque, e é claro, fez questão de intimidar bastante a Rachel e os outros...

Quando finalmente chegamos em casa, tínhamos muitas coisas a fazer... primeiro, cuidar do Mestre Won, decidimos que Louize conversaria com o pai dela, e eu com meu irmão, a clínica dele é um lugar adequado e discreto. Não gostei da conversa com meu irmão, ele não fez perguntas mas senti que ele tinha várias dúvidas...

Alana descobriu para onde Mason havia sido levado, vários preparativos, depois da cirurgia do Mestre Won, nós partiríamos ao resgate. JJ descobriu que vários jovens estavam desaparecidos na comunidade, Michael nos confirmou que alguns aprendizes dele também haviam sumido, acho que outros aprendizes dos Filhos Éter também. Parece que a Tecnocracia (sim... eles...) têm seqüestrado jovens Despertos, ou em vias de Despertar, provavelmente para tentar levá-los para o seu lado...

A cirurgia correu bem, mas acabei decidindo por apagar essas lembranças da cabeça do meu irmão, é mais seguro para todos... Afinal agora Mestre Won está na lista dos mais procurados do FBI...

Voltamos para a capela onde todos já nos esperavam, Dylan não vai, ainda está muito machucado, Blink vai conosco, e teremos alguns reforços dos Tek Nukes (Casa Flambeau), dos Akasha, e não sei mais quem, JJ conseguiu transporte já que vamos ter mais crianças para resgatar.
Chegando no lugar, Isaac "conversa" com um gato e logo falta luz. Nós entramos, troca de tiros, avançamos, trancas elétricas. O Professor consegue abrir a primeira tranca, ela nos leva a um corredor com várias celas, cada cela com uma tranca elétrica. Isaac sugere que que se talvez a força voltasse concentrada nas trancas, poderia danificá-las e seria fácil de abri-las...

"Me ajoelho no chão, desenho o pentagrama, os símbolos e entôo as palavras de poder. Alguma coisa sai terrivelmente errado..."



quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Professor Matthew Oliver


Mestre Won Pen


domingo, 2 de setembro de 2007

Parte 27

"Long story short"
Vários foram os detalhes de nossa viagem a Las Vegas, várias foram as descobertas de cada um de nós. Louize encontrou a paixão que ela procurava nos braços de Dylan. Ela sente, agora, as borboletas no estômago.
JJ e eu tivemos outra conversa séria, e quando eu me dei conta eu tinha dito, dizer mesmo, com palavras, que eu o amo. Mais uma vez, não sei em que pé nós estamos. Sei que ele gosta de mim, e ele me pede prá confiar nos sentimentos dele, mas não me mostra que sentimentos são esses.
O Professor Oliver, como sempre fala bobagens, se esquiva de ações, mas faz diferença nas horas cruciais.
Invadimos a Área 51, entramos e saímos, todos, vivos. Uns mais vivos que os outros. E quando tudo parecia acabado, quando o Professor caíra no chão, baleado, Louize, Dylan e estre Won estavam sob os escombros de pedaços do teto, com o inimigo armado, apontando uma arma com um poder de fogo impressionante prá mim, depois de eu ter sido desarmada e tendo somente a aram que o Professor fez, um "lançador de C4"....
A distância era pouca... se eu lançasse o explosivo, o inimigo com certeza morreria, mas nós também. Usei algo que aprendi há pouco tem na Ordem, "Betrayl of the Burning Arrow", deveria fazer com que a arma dele explodisse na sua mão. Mas minhas emoções, minha raiva, alguma palavra dita errada, algo fez com que minha magia não funcionasse, e ele atirou. E eu decidi atirar também.
Mas alguma coisa aconteceu, o tempo parou, e antes que eu atirasse, eu simplesmente desviei da bala, minha barriga brilhava... e JJ atirou no inimigo.
Conseguimos sair de lá... Dylan, Mestre Won e o Professor bastante feridos, a Louize também não estava 100%.
E voltamos prá casa, as crianças precisavam de nós...

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Living Las Vegas



























terça-feira, 14 de agosto de 2007

Parte 26

Continuamos a viagem, agora tendo Ryan conosco. JJ passou bastante tempo conversando ele. Alguns dias depois, quando JJ dirigia e eu lhe fazia companhia na cabine, um carro cruzou na nossa frente, seguido for um dos carros típicos da Tecnocracia, e por um carro da polícia. É claro que nós tínhamos que intervir, onde a Tecnocracia está, com certeza estaremos do lado oposto...


Os carros pararam em um milharal, e Louize, JJ, Ryan, Mestre Won continuaram a pé... todos seguiram o grupo de perseguidores e perseguidos, eu peguei a pistola e fui tb, antes disso porém usei Ars Virium, lançando uma rajada de vento a fim de dar mais visibilidade.
Tenho certeza que tanto a Louize quanto o Dylan também tiveram uma sensação de dejá vù, quando eu me aproximei e apontei a arma para a cabeça dele, momentos depois que ele havia salvado a vida da minha amiga...
Claro, naquele primeiro momento eu não sabia quem era o estranho nem suas intensões, mas logo que ele falou, reconheci a voz. Dylan... agora o destino da minha amiga estava traçado...
Dentro do carro de polícia havia também uma moça, Jenny, nós a colocamos no ônibus, já que ela estava desacordada, e seguimos nossa viagem. Eu esperava que tendo encontrado Dylan nós poderíamos simplesmente voltar para Nova Iorque, mas ele tinha informações perturbadoras: a Tecnocracia estava desenvolvendo um vírus que mata os Avatares, e só não lançou ainda por que, ironicamente, também mata os avatares deles.
De posse dessa informação, e diante da firme resolução de Dylan de invadir a Area 51 e destruir o vírus, nos parece mais acertado seguir para Las Vegas e concluir essa missão.

Julian achou que salvar o Dylan era tão importante que arriscou uma viagem no tempo, não acho que ele faria isso em vão.





Dylan


Jenny

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Parte 26


A viagem é cansativa... horas e horas de estrada... JJ, Louize e o Professor se alternando na direção, quando JJ dirige eu fico na cabine com ele, fazendo companhia...

Depois de uns dois dias de viagem, JJ recebeu uma mensagem, que deveria encontrar um aprendiz nessa viagem. Naquele mesmo dia, entramos em uma estranha cidade, Democrito's End, não constava nos nossos mapas e tudo nela parecia... demasiadamente perfeito... E tanto JJ quanto o Professor enxergavam-na e aos seus habitantes em preto e branco, somente nós éramos coloridos...

Eu já me sentia angustiada, nada que eu tentava funcionava, nem quando eu tentava lembrar das coisas eu conseguia...


Quando estávamos na sorveteria, um homem se aproximou, o Prefeito nos convidava para visitá-lo às 18 hrs. Ok... Na hora marcada nos dirigimos à casa do prefeito, e lá fomos recebidos pelo Sr. Democritos.

Eu observei a decoração da casa e nela achei alguns caracteres e símbolos enochianos, então ele falou comigo... em Enochian. Ele isolou a cidade, nos pediu para deixá-la, mas ouviu as notícias do mundo exterior... ouviu sobre a Tecnocracia, sobre a Queda de Doissetep... e nos ofereceu ajuda...


Deixamos a cidade... ainda naquele dia encontramos um garoto, pedindo carona eu acho, e JJ reconheceu nele seu futuro aprendiz...

Ryan

Parte 25

Dia 4 de Julho... Dia da Independência, o primeiro desde as Torres... As coisas andavam calmas e por isso resolvemos assistir às Paradas, nos pareceu uma boa idéia, Mestre Won não conhecia nossas tradições, acho que que devem ter parecido meio familiares já que na China também são populares as paradas com aqueles dragões e tudo mais.
Em um dado momento JJ tinha ido buscar algodão doce prá mim e a Louize tinha ido buscar alguma coisa... sei que quando ela voltou tinha um expressão meio pasma, meio surpresa... e então ela nos contou: Ela estava voltando prá onde nós estávamos quando um homem a chamou, um homem negro, jovem e bonito, e a chamou pelo nome... Assim sendo ela atendeu, e ele tinha uma mensagem: Vocês têm que salvar o Dylan. Quando Louize perguntou se ela o conhecia ele respondeu: "Ainda não". Quando ela perguntou seu nome, ele respondeu: "Julian".
Louize não sabia... ninguém mais sabia... JJ e eu nos olhamos... meu coração pulou, acho que o dele também. Julian foi o nome que cogitamos para o nosso filho.
Louize contou que o rapaz, Julian, havia dito que estavam levando Dylan para Las Vegas e deveriámos salvá-lo... JJ pediu que ela o levasse onde ela tinha encontrado o rapaz, ele queria saber se o tempo havia sido, de fato, alterado lá, e sim, ela constatou que sim.
Não tinha muito o que se discutir depois disso... apenas uma viagem para preparar. Não devíamos viajar de avião, pois isso exigiria identificação e não podíamos deixar a Tecnocracia saber dos nossos planos...
JJ conseguiu um ônibus, o Professor levou pro pessoal dele dar uma melhorada, tenho que admitir que os Filhos do Éter fazem maravilhas... O que era um ônibus normal, passou a ser um confortável ônibus de dois andares, com bastante espaço, quatro quartos, cozinha, banheiro e até uma sala de estar. A única coisa ruim era aquela escada caracol...
Depois de mil preparativos e mil recomendações para as "crianças" nós pegamos a estrada.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Parte 24

Mais alguns meses se passaram... talvez a gravidez tenha me deixado um tanto relapsa com minhas anotações...
Poucas novidades no serviço, obviamente não participo de batidas, nem perseguições e nem mesmo de prisões, mas como ficar só fazendo relatórios é uma coisa muito chata, e tem serviço de sobra no distrito, eles me deixam participar de investigações em cenas do crime junto com os peritos, de interrogatórios, e até mesmo da parte mais tranqüila das investigações.
Em Argos, refizemos o Ritual do pentagrama conforme o previsto, a configuração mudou um pouco, Isaac “tirou uma licença” e foi viajar, Mestre Won assumiu seu lugar no ritual, que ficou da seguinte forma:
Água- Louize;
Fogo- Amanda;
Ar- Mestre Won;
Terra- JJ;
Espírito- Professor Oliver.
Eu preferia minha antiga função, mas tudo bem, se aprende com toda experiência nova.
Oficialmente, a Guerra acabou, e nós perdemos, ainda assim, a Tecnocracia não venceu. E estranhamente, muitos jovens têm Despertado.
Pater Joseph chamou Alana e a mim na nova capela (muito menor, ainda em construção, não é um nodo como o antigo Domus Magnus), as notícias que ele nos deu eram simplesmente aterradoras. A Queda de Doissetep. Perdas irreparáveis, magi de todas as Tradições, arquimagos, aprendizes... Por isso ele devia partir para Europa, encontrar-se com outros Mestres, e precisava que uma de nós tomasse conta da Capela Hermética. Sendo ele um juiz, em mais de um sentido, julgou mais adequado deixar Alana no comando, o que me deixou bastante feliz na verdade, uma vez que ela tem mais paciência, ela não está grávida, e isso me deixa com tempo para me dedicar à Argos e meu trabalho na polícia.
Meu pai e JJ não se acertam... eles até tentaram mas não conseguem...não tem muito que eu possa fazer a respeito disso. JJ anda quieto e distante. Quando eu pergunto se está tudo bem, ele responde “Uh-hum” ...
Alana me chamou na Capela da Ordem, precisava de um favor, com o grande número de jovens demonstrando as habilidades necessárias para ingressar na Ordem, ela me pediu para tomar um discípulo, aplicamos uma prova, esse teste nos diria quais deles apresentavam o potencial para a Casa Quaesitor. Uma menina, Rachel Bellanger, parece ter o que é necessário para ser minha aprendiz: curiosidade e dedicação.
Que tipo de Mater eu serei? Minha aprendiz é muito jovem, mais jovem do que eu era quando Pater Joseph me recrutou para a Ordem... Será que serei, para ela, tão intimidadora quanto ele é para mim? Será que ela vai confiar em mim como confiei nele?

Parte 23

Já faz algum tempo, cerca de dois meses, desde que combatemos a Sarah. Desde então as coisas se mantiveram tão calmas quanto é possível. Isaac voltou, bastante machucado, mas não quis falar sobre isso, nem nós quisemos pressionar. Hellen também está de volta, os Tecnocratas cumpriram sua palavra.
JJ e eu tivemos um certo estremecimento, quando começamos a namorar fizemos alguns acertos, coisas que eu pensei que podia lidar, mas quando de fato aconteceram eu me dei conta que me machucam mais do que eu podia imaginar. E quando conversamos, eu disse o que me incomodava, e que não podia, nem queria , conviver com aquela dor pelos próximos dois, cinco, dez anos. Acho que eu dei um ultimato, e eu detesto ultimatos. Mas às vezes a gente precisa agir com o coração ao invés da razão. Às vezes a gente nem tem escolha, e às vezes a gente nem percebe o que está fazendo.
O Outro JJ disse que isso ia acontecer, disse que ainda ia cometer alguns erros, mas também disse que me amava. Isso me confunde até hoje. Esse JJ de agora não me ama, ele gosta de mim, talvez goste muito de mim, nós nos acertamos bem, o sexo é ótimo e nós vamos ter um filho. Mas isso não é amor. Eu me pergunto se isso ainda vai se tornar amor, ou se eu, ou mesmo ele, fiz alguma coisa que pode mudar o que ele virá a sentir por mim.Eu não quero migalhas de amor, eu me conheço o suficiente para saber que isso não me basta.No final das contas ele me disse que vai tentar. Nem sei bem o que ele vai tentar... tentar ficar só comigo? Tentar não transar com outras? Sei lá... mas perece melhor que nada.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Parte 22

Mestre Won retornou e nos informou que sabia o local da "casa" da Sarah, Pater Joseph me informou que vai conosco.
Quando cheguei de volta à Capela, JJ e Louize me esperavam, foi bom perceber isso, foi bom saber que somos, ao nosso modo, uma família. E que não estou sozinha. Os Abraços me confortam, mas meu coração ainda dói, as vidas, o conhecimento, Domus Magnus, nossa casa, nossa Capela, o local onde tantos e tanto Herméticos estudaram, aprenderam, Despertaram. As chamas consumindo tudo... os gritos silenciosos dos que morreram, o silêncio atônito e desesperado dos que ficaram.
Nossa fortaleza cai em ruínas.
Nossos inimigos ascendem.
Nossos aliados se voltam contra nós.
Fomos conquistados?
Nunca.
Nec pulvis.
Nec flamma.
Nec tempestas.
Nec timor.
Nossos convidados chegaram na hora, Alex o Licantropo amigo da Louize, Pater Joseph Miller, todos membros de nossa cabala, Mestre Won - nosso guia, e Sr. Grey. Estávamos prontos, e mesmo que não estivessemos, isso não seria importante agora...
Seguimos pelos nojentos labirintos, lutamos com diversas formas de monstros, eles vinham cada vez em maior número conforme nos aproximávamos do lugar onde ela estava... mas nos chegamos até ela, o Professor Oliver conseguiu uma forma de neutralizá-la, ela não podia mais acessar sua Magia e assim foi facilmente controlada.
Foi quando Pater Joseph convocou os outros magistrados, e o Ritual foi iniciado, Gilgul, o mais temido Ritual já inventado pela Casa Quaesitor, pela Ordem e creio que até mesmo pelas Tradições. Ele resulta na completa obliteração de um Avatar, um magus submetido ao Ritual do Gilgul nunca mais Despertará, nem nessa, nem em outras vidas...
Já havia lido e estuda o Ritual do Gilgul, mas pela primeira vez eu o vi ser executado...
Nos despedimos do Sr. Grey com palavras amigáveis, meu Pater tomou as devidas providências para que nenhuma lembrança sobre sua pessoa resista na mente de Grey. Sarah foi conduzida à Capela do Coro, lá eles cuidarão do que restou dela, da mente dela, já que seu corpo está bem.
E nós... nós voltamos para casa. Essa guerra acabou, e me permiti chorar minhas perdas.
Ainda vejo os rostos, ainda ouço os gritos, ainda sinto o calor do fogo no meu rosto, sinto o gosto da fuligem na minha boca e o cheiro da fumaça...
Vivo essa verdade com todos meus sentidos.
Torres caem.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Parte 21

Nos preparamos, seguimos para o lugar acertado, havia uma variedade de criaturas lá... licantropos, magi de todas as tradições, tecnocratas... Todos esperávamos pela Sarah... mas ela não apareceu, mas mandou seus monstros ... Mestre Won apareceu, nós lutamos contra os monstros... mas no meio do combate Pater Joseph recebeu a notícia.. enquanto nós lutávamos com os monstros, enquanto esperávamos Sarah cair na emboscada que nós armamos... ela se aproveitou e atacou. Atacou a Capela da Ordem de Hermes.

Nossa torre... em chamas.


Quarenta e dois feridos.

Vinte e sete mortos.

Destes, três Flambeau, um Tytalus, um Quaesitor, e vinte e dois aprendizes ainda inexperientes.


Não tenho palavras... não há palavras suficientes para descrever o que cada magi lá sentia...


Aprendizes









"Dr. Richard Mason" Aprendiz do Prof. Oliver.

O primeiro aprendiz oficial da Capela... Despertou aqui dentro, é jovem, tímido, mas parece dono de grande criatividade e inteligência.












Nickie Aprendiz da Louize.





Parece uma Akasha bastante atípica, mas com bastante potencial.





Neófita Rachel Bellanger, bani Quaesitor

Descobri Rachel há pouco tempo, tomei-a como minha discípula a pedido da Alana, parece um tanto arrogante e cheia de si, mas isso não é incomum na Order.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Parte 20

Seguindo as ordens do Pater Joseph, nós fomos até o covil dos sanguessugas... o que acontece, resumindo, é que mataram um dos Patriarcas deles, e pelo visto foram os tecnocratas, as "crianças" desse Patriarca estão se matando e segundo o filho da pu** que é o líder deles agora (um monstrengo horroroso com quatro braços!) isso só vai parar que eles acabarem de sem matar... ele até nos deu uma listinha se nós quisermos acelerar o processo!
Até mesmo o Sr. Grey estava alterado e teve um momento em que pensei que ele fosse causar a morte de todos nós...
Mas voltamos para casa e para os preparativos para a emboscada...

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Parte 19

Programei o despertador para cedo, as 6:30 am, ainda não tinha falado pro JJ que ia voltar ao serviço, então dei uns beijinhos e amassos para preparar o terreno...

Quando cheguei lá, o capitão me passou um caso, uma gangue, mais de um policial já fora mandado para hospital por eles e pelo menos um deles fora morto.

Existe um silencioso código de honra na polícia, seguido pelos policiais limpos e pelos corruptos. Quando um dos nossos é morto, todos se empenham em achar o culpado.

Com a Hellen no hospital, estamos tendo que trabalhar com um outro Promotor Assistente, um cara mais novo e mais inexperiente, Dr. Becker e acho, ou Dr. Pastel. Liguei para ele e pedi um mandato de busca e apreensão para o endereço do bar onde a gangue fica... ele não me deu retorno...

Esperei... esperei e resolvi pegar o Foster, a pasta do caso e fomos para a corte, eu ia falar eu mesma com o juiz, e ele não ia ter como me negar o mandato.

Chegamos lá e o Dr. Pastel nos levou até a sala do juiz Klaus, eu entrei na sala confiante e cheia de argumentos na minha cabeça e pronta para fazer o juiz concordar com o mandato e com a batida, mas quando ele se virou...


Ninguém menos que meu Pater... Pater Joseph Miller é a mesma pessoa que o Juiz Klaus...

Não sei explicar minha relação com ele... ele me intimida, talvez por que me conheça muito bem, melho que meu pai, melhor que Foster... melhor que o JJ. Pater Joseph conhece cada um dos meus erros, cada uma das minhas virtudes e meu respeito por ele é ainda maior do que o tanto que ele me intimida.

Resumidamente, ele me negou o mandato me contando que a gangue na verdade é composta de sangue sugas, e que ele não vai pôr policiais mortais em risco, porém me passou os dados para que a minha capela investigue o local, ainda me deu alguns livros e me mandou estudar.

A parte mais difícil foi aturar o Foster o resto do dia...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Retratos

JJ

terça-feira, 3 de julho de 2007

Parte 18

Toda a função com a Sarah, e depois as longas horas de ritual tentando organizar a cabeça da Louise, minha própria cabeça estava meio embaralhada.
Mas eu estava bem decidida a resolver as coisas com meu pai, não sei se foi a conversa com JJ, as coisas que Foster me disse, ou as coisas que eu entendi quando confrontei a Sarah. Mas eu precisava falar com o Velho.
JJ e Louise foram comigo, JJ queria estar presente na conversa e eu achei que a Louise podia gostar de conhecer o lugar, era de noite então fomos direto pro Pub.

Quando nós entramos, o silêncio que se fez era pesado, quase palpável, todos amigos do meu pai, tiras, ex-tiras, olhavam para nós. Acho que o pulo no coração do Velho deve ter sido tão forte quanto o compasso do meu próprio coração.
Eu entendia a preocupação dele, entendia como eu nunca tinha entendido antes... entendi por que ele não queria que eu entrasse para a Força, entendi por que ficou tão desconfiado com o JJ, eu entendi tudo. E entendi tão de repente que a "descoberta" me deixou meio tonta.

O Velho expôs suas preocupações, eu expus minhas condições e o JJ expôs o lado dele também. Chegamos a uma espécie de acordo, e vamos tentar levar as coisas numa boa.

Louise brincou por algum tempo com meu afilhado, Mark Jr. Quando terminamos a conversa, ela resolveu ir embora, JJ e eu ficamos lá mais um tempinho.

* * *

Um tempo depois da Louise sair recebi um S.O.S mental vindo dela. Eu não sabia onde ela estava, nem que caminho ela tinha seguido, nem pra onde ela ia...

JJ começou a fazer sua mágika... Conseguiu visualizar o caminho da Louise desde quando ela saiu do Pub, todas as curvas... e chegamos na moto dela, havia uma mancha de sangue, pude ver que não era humano, parecia daquele mesmo tipo de licantropo que nós ajudamos o Grey a prender. Seguimos mais um pouco, ela estava no chão e um homem alto perto dela, apontei a arma e mandei ele se afastar, ele não parecia estar machucando ela, na verdade, ela depois nos contou que foi ele que a salvou.

Troquei algumas palavras com ele. Ele disse que quem atacou a Louize foi um "Lobo de Sangue Ruim", parece meio Harry Potter mas vá lá... Quando perguntei seu nome, ele respondeu : "Dillan".

Lembro que o outro JJ estava aqui... ele me falou nesse Dillan. Sei que ele vai abalar as estruturas dela...


segunda-feira, 2 de julho de 2007

Parte 17

Louise me pediu para tentar localizar uma pessoa, um homem. Ela não me deu detalhes, mas quando comecei a pesquisar, descobri que ele é suspeito em um caso em que uma criança foi assassinada e mutilada. As fotos são perturbadoras, por mais que eu tente olhá-las de forma profissional meu sangue ferve pensando nelas. Para conseguir fazer uma pesquisa mais completa fui ao distrito, meu chefe estava lá... reclamando de a minha licença.
*Pela mesa dele eu pude ver que o número de ocorrências aumentou demais nas últimas semanas, acho que os últimos acontecimentos, como as investidas da Sarah têm influenciado a sociedade Adormecida*

Senti falta de lá... de trabalhar e me senti fazendo falta lá... Me senti... culpada...

Quando voltei para a Capela... nós tínhamos visitas.... a Sarah estava lá! E a sensação da presença dela era... perturbadora, a sensação de um anjo vingador... e pude ver como aquilo afetava o Oliver... Senti meu coração apertar, eu tinha que fazer alguma coisa... não sabia direito oque, mas quando ela tocou o ombro dele, não pude ficar inerte, mandei que ela se afastasse, apontei a arma para ela, ela se virou e disse que a hora do meu julgamento ainda vai chegar. E se foi.

Logo a Louise chegou, mas o Professor continua abalado, JJ e Grey chegaram logo a seguir. Como a Louise, além de Akasha, é psiquiatra, ela foi conversar com ele. De fato depois da conversa o Prof. Oliver pareceu bem melhor, apesar de hiperativo. Porém... o estado da Louise estava deplorável... completamente perdida e confusa... acontece de vez em quando... mesmo quando os rituais funcionam. O fato é que não podemos nos dar ao luxo de ter algum de nós "fora do sistema" nesse momento.
Então me concentrei, desenhei os símbolos sagrados, entoei as palavras e invadi a mente da minha amiga... visualizei sua mente como uma biblioteca...eu precisava organizar os livros, mesmo com os títulos em outro idioma, mesmo sem me aprofundar nos seus conteúdos. Tomei o máximo de cuidado possível para não invadir a privacidade da Louise, e a tarefa é bastante difícil... foi um ritual longo e cansativo, ficamos quase sete horas em pé e extremamente concentrada.
Mas acho que funcionou.