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quinta-feira, 28 de junho de 2007

Parte 16

Tentei limpar minha mente para poder aproveitar o Natal. Tentei tirar a Sarah e os assassinatos da minha mente.
JJ e eu tivemos um dia bem cheio, presentes de última hora, e todas as visitas que tínhamos para fazer e alguns dos presentes para entregar para, no fim da noite, irmos pegar o meu pai e irmos para a casa do meu irmão.
Eu estava tão nervosa que já estava enjoada.
*Imaginei essa noite de várias formas, tive pesadelos. Mas acho que a cena foi pior que meus pesadelos. Todos aqueles pares de olhos grudados em mim enquanto eu falava... Era como se eu sentisse os olhares fincando a minha carne.
Nada me deixou mais embaraçada e chocada naquela noite do que meu pai apontado uma arma para o pai do meu filho.*
JJ se saiu bem, foi firme com o Velho e deixou bem claro que não se sente intimidado nem vai deixar alguém dizer o que ele deve fazer.
Eu fiquei orgulhosa disso, covardia me incomoda, e para dobrar o Velho só sendo tão teimoso quanto ele.
*Quando fomos embora, depois da censura do meu irmão, passamos na casa da Louise, mas não consegui nem conversar direito. Nem pensar direito. Só doía... Doía muito.*
No outro dia passamos em função do jantar de Natal da Capela, seria a revelação do amigo secreto e eu tinha que me manter ocupada para não pensar no meu pai.
A noite foi bastante agradável e me diverti. Louise e eu demos o mesmo presente para o Grey, uma gravata vermelha.


JJ tirou a Louise no amigo secreto e deu uma roupa de "geisha erótica" que ele com certeza deve ter comprado em um sex shop, foi um dos presentes mais engraçados da noite.

Minha intenção ao presentear o Grey com "Moby Dick" foi um tanto irônica. Ahab perseguia a Baleia Branca por vingança, mas no fim ela apenas seguia sua natureza, isso se é que ela existia e não era simplesmente um fruto da imaginação do velho marinheiro.
A guerra entre as Tradições e a Tecnocracia também é, no fim das contas uma ilusão. Pois a própria realidade é uma ilusão. Mas isso é complexo demais para se pensar no Natal...

Mr. White



Chefe do Grey... Eu sei que ele usa o terno da cor errada. É claro que não sabemos muito dele. Já "visitamos" a casa dele, ele já visitou a nossa. Já nos encontramos em campo neutro.
Não há muito que se dizer, é um inimigo. Nos vê dessa forma e é como nós o vemos também. enhum dos nossos encontros foi exatamente agradável e vai chegar um ponto em que a guerra vai seguir apesar da provisória (e aparente) trégua.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Sarah




Sarah... não sei bem o que ela é... até segunda ordem, vou tratá-la como uma Nephandus. Quando a conhecemos ela estava junto com o Coro Celestial, e aparentemente mantém muitas das crenças dessa Tradição. Ela é responsável, ou pelo menos co-responsável pelo atentado nas torres. Ela vem atacando capelas, tradicionalistas ou tecnocratas para roubar o Vis que ela necessita para seguir seu comparsa e juntos destruirem Doissetep e Horizonte. Ela é poderosa e perigosa.
É nosso alvo na emboscada que estamos armando em conjunto com a tecnocracia.

Parte 15

Já era tarde e a maioria de nós estava preparada para dormir quando ouvi um carro estacionando, não era bem um carro, era uma Van... TODA a família do professor... Eles vieram passar o Natal com ele... mas ele nunca nos contou que a família dele é hippie!!! Acho que ele providencialmente esqueceu de contar...

Eu não queria ser a chata e ranzinza, mas não dava para eles ficarem na Capela, não com a Sarah solta por aí e podendo nos atacar a qualquer momento, seria irracional colocá-los em risco. Mas eles ficaram lá naquela noite, acamparar no jardim. Na manhã seguinte o café foi uma bagunça... a cozinha tomada por toda aquela gente, mas o Professor parecia feliz, e o JJ curtindo aquela criançada...


Quando Foster me ligou eu até fiquei feliz, sinto falta do meu trabalho e queria uma desculpa para fugir da bagunça. Acho que eu tinha esquecido que meu trabalho "mundano" podia ser tão chocante. Me impressiona que pessoas que não têm a mesma experiência que eu, o mesmo treinamento, em ambos os meus campos de atuação, possam agüentar no osso do peito tanta barbárie.


Dirigi até o endereço que o Mark me deu, era uma casa no subúrbio, ele estava me esperando e me guiou pela cena do crime.


Primeiro quarto... o pai é encontrado morto, o corpo ainda está lá, parecem ferimentos de lâminas.


Segundo quarto... onde dois meninos foram encontrados mortos, os corpos já foram retirados, mas as manchas de sangue deixam claro que foi um massacre... ainda se vê... pedaços de carne e órgãos internos espalhados.


Terceiro quarto... onde a mãe é achada.


*A cena aparece em câmera lenta na mente de Amanda, seus olhos vêem, novamente uma porta entreaberta, eles vêem sua própria mão empurrando aquela porta, e seu coração sabe que dentro daquela peça existe uma mulher morta. Como um déjà vu, ela chega a vislumbrar a vítima, morta em uma banheira. Mas quando olha dentro do quarto, a cena é outra, a mulher parece ter sido esvicerada e enforcada com o próprio intestino.*


Uma mulher grávida não devia presenciar essa cena. Ninguém deveria ter que presenciar essa cena.


Quatro mortos, uma sobrevivente, uma menina de 9 anos, Jessica. Ela não fala, mas consegui que ela confiasse um pouco em mim, e fizesse um desenho.

Louize e Grey chegaram em seguida. O pessoal dele já tem investigado casos semelhantes. Seguimos pistas até que nos deparamos com uma criatura semelhante às ilustrações que vi de licantropos, porém sua pele parecia um couro duro, e sua aparência deveras deformada. Ele foi imobilizado e controlado, o pessoal do Grey cuidou do resto. A investigação foi basicamente deles, então era justo que eles cuidassem do resto.


Quando voltei pra nossa Capela, eu precisava de um café, preto e sem açucar... nem dei tempo pra que o JJ me censurasse dessa vez.


Mas ele pôde ver que alguma coisa estava errada... Pela primeira vez eu contei a ele, ou a qualquer pessoa, sobre a minha mãe... ele não disse nada, mas nada precisava nem devia ser dito, ele só me abraçou.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Capela Argos

*Esboços da Capela desenhados nos diários de Amanda, possivelmente imprecisos e contando com modificações ainda não concretizadas*No primeiro andar da Capela temos a cozinha, a sala principal, dois banheiros, sala de jantar, uma pequena academia, o jardim de inverno, e o quarto do Isaac.


No segundo andar temos três banheiros e os quartos, meu, do JJ, da Vasla, Louise, Hellen, Mestre Won e atualmente do Grey.

No terceiro andar temos mais dois banheiros, mais alguns quartos desocupados, o quarto do Professor, e estou planejando uma pequena biblioteca/sala de pesquisas/sala de computadores na peça maior.

Retratos

Melinda Sullivan O'Malley - Mãe da Amanda

Retratos

Shane O'Malley - Pai da Amanda

Moda

Vestido usado na noite de Natal (em família)






Vestido usado no jantar de Natal (Capela)

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Retratos

Louize

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Retratos


Pater Joseph Miller, bani Quaesitor

Parte 14

Depois do abraço, JJ, Isaac e Grey foram pra cozinha, eu ainda tinha que dar as notícias perturbadoras para Louise... Ela ficou muito abalada, e com razão! Ela disse que ia tentar se comunicar com ele, pedi que ela o chamasse de volta, não só porque sua ajuda é inestimável, mas porque só vendo-o vamos ter certeza que ele está bem.
Após uma breve conversa na cozinha onde JJ comunicou "em caráter oficial" a minha gravidez nós fomos para a reunião.
*Naquele momento eu queria ouvir os pensamentos de cada um deles, principalmente do Isaac*
Na reunião nós expusemos nossas descobertas, assim como a seriedade da situação, também explicamos nosso plano de aliança com a Tecnocracia para que possamos deter a Sarah.
Eu diria que as coisas correram conforme esperado, mas nossos líderes ainda não nos deram uma resposta se estão dispostos a se expor e a se aliar com os Tecnocratas.
Apresentei JJ ao meu mentor, Pater Joseph Miller, bani Quaesitor, ele já o conhecia de nome, e aparentemente gostou do que ouviu anteriormente... Ele não pareceu tão feliz quando falei sobre o bebê. Muitos membros da Casa Quaesitor vêm família como um obstáculo. Ou como alvos a serem usados pelos nossos inimigos.
*Quando voltei a me encontrar com JJ ele estava com seus companheiros de Tradição... até aí tudo bem... não fosse por uma delas, que estava vestida (não... essa não seria a palavra mais adequada) apenas com umas.... tiras... de ...sei lá... vinil, ela estava pratica mente em cima dele! Eu fiquei com tanta raiva.... Quando eu coloquei o ramo de azevinho na porta da cozinha, ele ficava bloqueando a passagem por causa daquela bobagem de beijo, mas quando aquela vagabunda se jogava pra cima dele ele não se importou ...era uma coisa "normal"! Que ódio.... Não... e o professor ainda dava corda... e no carro eles tiveram a cara de pau de dizer que eu estava resmungando! Imagina... Era pra eu ficar feliz e saltitante por acaso? E não pararam de falar na vagabunda até a gente chegar na Capela! como se não tivesse assunto mais importante pra conversar! E o pior é que o JJ acha graça... muito engraçado mesmo que é...*
Depois que me acalmei um pouco Isaac chamou a mim e a Louise, nos explicou como as coisas deveriam se estruturar na Capela, e todos nós nos dirigimos à sala principal.
Isaac explicou que como nós somos cinco, cada um assumiria uma ponta do pentagrama, cada ponta, por sua vez representando um elemento e uma função que deveremos assumir na capela.
Água representa a liderança política da Capela, aquele que falará nas reuniões, e responsável também por legislar;
Fogo responsável pelos contatos, basicamente "Relações Públicas" da Capela;
Ar, líder de guerra, responsável pelas estratégias militares da Capela em situação de combate;
Terra, organização física da Capela, responsável pela dispensa, pelas finanças;
Espírito, responsável pelas defesas mágicas da Capela.
As posições foram definidas através de sorteio, ficando da seguinte forma: Água: Isaac, Fogo: JJ, Ar: Louise, Terra: Eu e Espírito: Prof. Oliver.
Depois disso, JJ foi cozinhar, deviam ser umas 3hrs da madrugada, nos jantamos e resolvemos que como na noite do dia 24 todos nós temos compromissos com nossas famílias, na noite do dia 25 vamos jantar juntos na Capela, então resolvemos fazer um amigo secreto, incluímos o Michael e o Grey.
Eram quase 4hrs e eu estava cansada e subi para tomar um banho. Eu estava no chuveiro quando JJ entrou, ele estava meio quieto e pensativo... me olhando... então ele diz: "Depois desse a gente vai ter mais 4."
Mas 1 mais 4 são 5 - eu disse.
-Cinco é um bom número...
-Três no máximo.
-Três é um número pequeno...
- Vamos ver como a gente se sai com um primeiro....

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Retratos

Amanda

terça-feira, 12 de junho de 2007

Antigos Amores II



Roberto Medina, paramédico. Quando eu ainda estava nas ruas a gente se via com freqüência, acidentes de carro, assaltos com vítimas, violência doméstica... nada romântico, mas quando se compartilha experiências tão marcantes acaba sendo natural uma aproximação.
Depois do Despertar comecei a desenvolver essa tendência para relacionamentos que não tinham potencial para dar certo. Bobby era apaixonado por outra mulher, e eu era uma tentativa de esquecê-la. Nós terminamos depois de uns 6 meses juntos. Ainda assim a gente se via todos os dias e o clima ficou meio tenso. Até o dia em que uma ex-namorada apareceu e pediu a ajuda dele pois o irmão dela estava com problemas com drogas. Bobby sempre quis cuidar de todos, seu pai abandonou a família quando ele tinha uns 8 anos, e ele sempre cuidou da mãe, dos irmãos, e depois dos amigos, dos colegas...
Ele conseguiu colocar o amigo em uma clínica de reabilitação, mas ele fugiu e arrombou a casa da mãe dele, roubando TV, vídeo e sei lá mais o que prá comprar mais drogas. Bobby foi até o lugar onde esse amigo estava ficando e o confrontou, acabou levando um tiro no coração, passou cerca de 8 horas na sala de cirurgia, mas não resistiu.
Toda a brigada do departamento de combate ao fogo e todo distrito 55 estavam presentes no funeral, todos nós usamos nossos melhores uniformes, as bandeiras do Corpo de Bombeiros e da Delegacia de Polícia foram erguidas a meio pau, pois mais que um ex-namorado, um querido amigo, um dedicado colega, um competente paramédico, e principalmente um grande homem merecia uma despedida à sua altura.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Antigos Amores I



Desconsiderando o jardim de infância e o primário, Mark Foster foi meu primeiro amor, e primeiro namorado, e por assim dizer, meu primeiro amante, claro que até hoje meu pai não sabe disso.
Até hoje tenho um grande carinho, e talvez até um tipo de amor por ele. É meu parceiro, todos os dias eu coloco minha vida nas não dele e ele a dele nas minhas. Essa confiança cria elos quase impossíveis de serem quebrados.
Nos terminamos um namoro de três anos (meu relacionamento mais longo até hoje) de uma forma tranqüila e natural, sem dramas nem ressentimentos.
Acho que a esposa dele tem um pouco de ciúmes até hoje, mas lida bem com isso. Não sei como JJ reagiria, uma vez ele me perguntou, basicamente, se eu tinha um caso com meu parceiro e eu respondi que não. Não vi necessidade de falar no passado naquele momento. Se ele perguntar eu respondo...

Parte 13

Foi organizada uma reunião com nossos líderes. Pater Joseph Miller me chamou para ajudar nos preparativos para que a segurança fosse reforçada. Haviam vários Flambeau, Tytalus... as defesas mágicas foram carregadas de energia.
*Durante toda a tarde Amanda trabalhou com os outros Herméticos para que nada desse errado durante a reunião. Perto do horário estipulado ela voltou para a Capela, deveria se arrumar, conversar um pouco com os outros. Quando chegou estavam lá o Sr. Grey, Prof. Oliver e Louize. *
Grey e Matthew têm algumas informações perturbadoras sobre o caso Sarah. Matthew conversou com ela... ela disse que destruiu a capela tecnocrata em que nós estivemos, Mestre Won estava lá.... Grey entrou em contato com seus superiores e confirmou a informação. Preciso conversar com a Louize, ela não deve ouvir isso do Professor muito menos do tecnocrata.
*Quando Amanda chamava Louize para que pudessem conversar mais privadamente, JJ chega*
Eu congelei quando JJ tocou minha barriga na frente de todos e disse: "Oi filhão!" E pude sentir quase que fisicamente o Grey me escaneando prá confirmar a informação.... eu não queria qe ele soubesse, não me importo que o Prof. saiba, mas o Grey me deixa desconfortável. Não quero ter essa criança num hospital comum, deve haver alguma clínica onde eles não tenham muita influência....
*Ela não consegue conter a surpresa quando Isaac surge pela porta... não esperava vê-lo ali, mas sua presença traz segurança, segurança que ela precisa naquele momento. A mesma segurança que sentia quando o pai a pegava no colo prá protegê-la das implicâncias dos irmãos. Por um breve instante ela percebe como e quão rapidamente seu sentimento pelo Euthanatos mudou, talvez ela estivesse só confusa no começo. Isaac, agora, a faz sentir segura... e paradoxalmente, sua figura inspira segurança*
Obviamente eu não estava "raciocinando" foi um impulso, mas quando dei por mim eu já estava abraçando Isaac. Por algum motivo eu precisava daquilo. Eu sei que estou vulnerável, mas também sei que não posso estar. Tenho que pensar claramente, tenho que estar firme, por que nossos inimigos vão se aproveitar de qualquer brecha que nós deixemos. Isso inclui o Sr. Grey.
Eu gosto dos abraços do JJ, são firmes e quentes, mas não era daquilo que eu precisava, não era de um "homem", eu precisava de um... pai... isso parece tão fora de sentido, há um tempo atrás eu me sentia atraída pelo Isaac e agora ele é minha referência paterna dentro da capela. E precisava de um abraço que me fizesse sentir em casa, não de abraço que me fizesse sentir mulher como os do JJ. Não sei se vou saber explicar isso prá ele, mas dúvido que ele pergunte.

Espíritos e Imagens




Ao longo do tempo, conforme vamos nos tornando mais experientes e dominando melhor Ars Spirituum, começamos a criar uma imagem espiritual, o "corpo" que assumimos que passamos para o Mundo Espiritual. Aos poucos me tornei assim, cada parte da indumentária tem seu significado: as sandálias são armas mágicas da Lua, a esfera imaginativa, a imaginação com sandálias nos pés acelera nosso caminho individual; a túnica externa é supressão, arma mágica da esfera de Saturno, simboliza, em um nível físico, a parte sagrada do corpo feminino, o mais alto princípio da feminilidade; o peitoral, ou Lamen, arma mágica da sexta esfera, a Solar, é o armadura da alma; e finalmente o cinturão, arma mágica da sétima esfera, a esfera de Vênus, o amor e a emoção.

Arsenal VII



Uma pulseira de moedas irlandesas. Era da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó.... nem sei de quem mais, mas veio da Ilha Esmeralda com a minha família.
As moedas simbolizam a terra. A estabilidade, o trabalho, carreira, a casa. O aspecto material, em oposição ao ar que representa as idéias, o intelecto. A Terra nos traz os aspecto concreto das nossas vidas.
Nesse momento da minha vida a Terra representa minha nova família. A criança que cresce na minha barriga.

domingo, 10 de junho de 2007

Arsenal VI



Adaga, escolhi uma adornada com motivos celtas, afinal, não é possível negar nossa própria ancestralidade.
Adagas, espadas, representam o elemento ar, os ideais elevados, o raciocínio lógico. Mostrando-nos que muitas vezes se vencem as batalhas utilizando muito mais a cabeça, a inteligência do que a força.
Além da simbologia, do cerimonial, também utilizo essa mesma adaga em combates.

Arsenal V



O Cálice. Representa a compaixão, a água, o sentimento, o feminino. O receptáculo sagrado, o Santo Graal da compaixão divina, que doa e recebe. Buscado pelos cavaleiros arturianos em suas jornadas, enquanto empunhavam suas lanças, bastante óbvio quande se pára prá pensar. A força imersa na compaixão. A sabedoria no sentimento. O equilíbrio. Mais um dos importantes segredos da magia.

Arsenal IV



A varinha é o instrumento de invocação de espíritos. Na maioria das tradições representa o elemento fogo e simboliza a força vital interior de um mago. A varinha data de tempos pré-históricos. O deus grego Hermes é representado com um caduceu, uma varinha entrelaçada serpentes e um topo alado, símbolo de poder, sabedoria e cura. A varinha também representa o masculino: a Força, física ou da vontade.
Como tantos outros, eu uso a varinha como um focus , não somente para Ars Spirituum, mas também para Ars Virium.
Eu mesma entalhei a varinha enquanto estava na Academia de Magia.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Arsenal III



Sig Sauer Mosquito
Similar à Sig Sauer P226, mas menor, tendo 90% do tamanho da P226, pode ter lanternas e silenciadores acoplados.

Arsenal II



Glock 19
Desenvolvida na Áustria no fim dos anos 70, e disponível no comércio mundialmente em torno de 1980. A Glock utilizou a mais moderna tecnologia da época para produzir uma pistola de alta capacidade, soco controlado e leve.

sábado, 2 de junho de 2007

Arsenal I






Sig Sauer P226 Crimson Trace


Em 1992 entra no mercado uma série de pistolas de alta qualidade e tamanho médio sa SIG, é menor que a Glock ou a Beretta. São armas populares entre os detetives de polícia e os agentes do FBI. Ela vem em 9x19mm (13 tiros) e .357 SIG (12 tiros)