Evan Grey, agente da Tecnocracia, um remédio amargo que nós estamos tendo que engolir para suavizar os sintomas de uma doença maior e corrosiva. Grey gosta de ressaltar que nós somos parecidos. Ele vê semelhanças e discrepâncias onde ele quer. Eles nos observa e faz relatórios, e conhece nossa capela, e com certeza não é merecedor de confiança. Acho que não é pior deles, mas isso não faz dele uma boa companhia.
Escolhi para ele um presente de Natal que achei.... mmmm ... relevante, espero que ele entenda a mensagem implícita. Burro ele não deve ser.
As vezes eu tenho pena, ele não é mais ele, ele é uma parte de um todo. Eu me pergunto onde ficaram escondidos os quereres, os sonhos, os desejos, as opiniões, esse tipo de coisa não pode ser simplesmente eliminada, pode ser reprimida. mas não apagada. Em algum lugar na mente (ou no coração, se este não foi removido cirurgicamente e substituído por uma peça mecânica) estes desejos e sonhos estão guardados e ele deve tentar esquecer.
