CLICK HERE FOR BLOGGER TEMPLATES AND MYSPACE LAYOUTS »

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Parte 2

"Ela toma mais um gole de café antes de continuar"

Desde o atentado de 11 de setembro as coisas não são mais as mesmas, vários magos têm sumido, esse é o tema da grande reunião daqui a dois dias, com todas as Tradições. Na nossa pequena reunião intern, meu superior me designou para uma das Capelas, para auxiliar numa das investigações, um rapaz chamado Dorian, um Adepto da Virtualidade esava desaparecido. Seqüestrado pela Tecnocracia. Me uni aos outros, uma Irmã de Akasha, Louize, psiquiatra, um Cultista chamado JJ, Vasla, que acredito ser uma Oradora dos Sonhos, Prof. Oliver um Eterita.
Conheci ainda um Euthanatos, Isaac... tenho sentimentos, não... sentimentos não... sensações, conflitantes com relação a ele... ainda não consigo definir.
Decidimos armar uma emboscada, e capturar um dos "agentes", nós forjamos uma prisão de Dorian, nesse ponto já sabíamos que ele estava morto, Vasla teve certeza, Louize forjou a internação e nós só precisamos esperar um pouquinho... logo um dos agentes e um dos robôs chegaram. Dominar o agente foi fácil, já o robô foi mais difícil, ele chegou a atingir o Isaac.
Isaac e eu desovamos o robô enquanto os outros levaram o agente prá Capela.
Chegamos na Capela, Isaac e eu, o agente estava ainda desacordado, depois de ter certeza que ele estava bem algemado na cadeira, podemos acordá-lo e iniciar o interrogatório. Ele não pôde resistir muito. Conseguimos as respostas. Depois disso ele não era mais útil. Os outros saíram da sala, apenas Isaac e eu ficamos lá...
Eu sabia o que ia acontecer, e eu aceitei. Talvez por vingança... por tantas e tantas mortes... por tantos e tantos irmãos... tantos iguais, talvez a morte do agente fosse um consolo, talvez um alívio... talvez não. Há outros, sempre há outros.

"Amanda pára de escrever, sente-se cansada. E sabe que mentiu em seu relato, ela sabe, sim, definir suas sensações pelo Euthanatos. Ela sabe que concordou com a morte do agente por ódio, simples, puro e talvez até justificado ódio. Um ódio frio, de alguém que está acostumada ao ódio nas ruas, à violência, à morte, à dor ... e às perdas...
Sabe que se sente atraída por aquele homem quieto distante e frio, provalvemente por que ele não inspire 'envolvimento'... por que ele, provavelmente, não ia querer nada com ela... por que... ela se vê nele. Distância. Frieza. Dor. E força."

0 comentários: