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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Parte 7

Visitei meu pai, conversei bastante com ele, com outros velhos policiais do Brooklyn, é sempre bom conversar com eles, a experiência que eles acumularam sempre lança alguma luz sobre a minha realidade no serviço. Jantei com Foster e Jane, prometi que iria, precisava ver meu afilhado, que por sinal, está uma gracinha, crescendo saudável e inteligente. Me pergunto se um dia vou ter meus próprios filhos...
A noite fui encontrar os outros na Capela, muito havia a ser conversado. Mas o fato é que nossa conversa foi interrompida por um Sr. White, um dos tecnocratas, na verdade, estranho... mas eu... lembrava dele..
"Lembrava-se dele em um nightclub, território neutro, lembrava das barreiras na mente dele. Lembrava que ele deveria estar usando um terno branco*

Ele queria as informações q obtivemos, sobre o atentado, como resultado, conseguimos 3 dias prá resolver as coisas do nosso jeito. Três dias, e se falharmos, uma guerra... não é muito tempo, tempo suficiente. Eu espero.
"A luta dá sentido à vida, a vitória ou a derrota estão nas mãos dos deuses. Festejemos a luta" Um antigo canto de guerra suaile, parece adequado agora. A vida é feita de batalhas diárias. Não existe a certeza da vitória, somente a certeza da batalha.

Nosso primeiro passo foi procurar uma mulher que a Vasla conheceu, amiga da mãe dela, não entendi bem o porque, mas fomos eu, ela e a Louize, os rapazes (JJ, Oliver, Mestre Won e Isaac) ficaram esperando, caso fosse necessário intervir.
Louize mostrou a gravação prá mulher, eu sentia que a mente dela não estava ali... "Ela" não estava ali. Ars Conligationis .

"Amanda levanta-se enquanto as outras mulheres conversam, ela caminha por entre os véus, ela procura a mulher, precisa saber a verdade. É quando subitamente sente a lâmina na garganta, outra mulher, mais jovem, olhos bem pintados, rosto coberto. Ela faz ameaças, e não dá respostas."

Quando saímos, elas mostraram um nome e endereço que conseguiram com a mulher mais velha. Contei a cena com a outra mulher. Fomos para o endereço no Bronx, uma casa velha e escura. E nojenta. Marcas de sangue por toda parte, e na cozinha, encontramos corações humanos na geladeira. Doentio.

"De repente, JJ voa contra a parede, eles não vêem o que o atingiu. Amanda corre prá socorrê-lo, Isaac, Louize e Mestre Won correm atrás do agressor. Ars Animae... Amanda odeia si mesma brevemente por não ter conhecimentos mais aprofundados nesta Arte. Ela pode apenas avaliar o dano, e não é pouco... Ele precisa de cuidados*

Eu não podia fazer muito por JJ, ele estava desacordado, com ossos quebrados, se Louize não pudesse consertar isso, nós íamos precisar de um paramédico. E rápido.

"Isaac grita pedindo reforços lá em cima, Amanda corre, assim ela já pede que Louize desça prá cuidar de JJ."

Vampiros. Acho q mais de uma dezena deles. Nós lutamos, Louize desceu pé ver JJ. Lutamos até que um deles interrompeu a luta e conversou conosco. Disse que nunca havia tido nenhuma Mary por ali, e eles ocupavam aquele lugar já fazia algum tempo. Aquela mulher havia mentido prá nós.

"Ela sentiu um alívio ao ver JJ melhor, ele não estava 100%, mas estava acordado. E até de bom humor. Agora ele precisava descansar."