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quinta-feira, 28 de junho de 2007

Parte 16

Tentei limpar minha mente para poder aproveitar o Natal. Tentei tirar a Sarah e os assassinatos da minha mente.
JJ e eu tivemos um dia bem cheio, presentes de última hora, e todas as visitas que tínhamos para fazer e alguns dos presentes para entregar para, no fim da noite, irmos pegar o meu pai e irmos para a casa do meu irmão.
Eu estava tão nervosa que já estava enjoada.
*Imaginei essa noite de várias formas, tive pesadelos. Mas acho que a cena foi pior que meus pesadelos. Todos aqueles pares de olhos grudados em mim enquanto eu falava... Era como se eu sentisse os olhares fincando a minha carne.
Nada me deixou mais embaraçada e chocada naquela noite do que meu pai apontado uma arma para o pai do meu filho.*
JJ se saiu bem, foi firme com o Velho e deixou bem claro que não se sente intimidado nem vai deixar alguém dizer o que ele deve fazer.
Eu fiquei orgulhosa disso, covardia me incomoda, e para dobrar o Velho só sendo tão teimoso quanto ele.
*Quando fomos embora, depois da censura do meu irmão, passamos na casa da Louise, mas não consegui nem conversar direito. Nem pensar direito. Só doía... Doía muito.*
No outro dia passamos em função do jantar de Natal da Capela, seria a revelação do amigo secreto e eu tinha que me manter ocupada para não pensar no meu pai.
A noite foi bastante agradável e me diverti. Louise e eu demos o mesmo presente para o Grey, uma gravata vermelha.


JJ tirou a Louise no amigo secreto e deu uma roupa de "geisha erótica" que ele com certeza deve ter comprado em um sex shop, foi um dos presentes mais engraçados da noite.

Minha intenção ao presentear o Grey com "Moby Dick" foi um tanto irônica. Ahab perseguia a Baleia Branca por vingança, mas no fim ela apenas seguia sua natureza, isso se é que ela existia e não era simplesmente um fruto da imaginação do velho marinheiro.
A guerra entre as Tradições e a Tecnocracia também é, no fim das contas uma ilusão. Pois a própria realidade é uma ilusão. Mas isso é complexo demais para se pensar no Natal...

Mr. White



Chefe do Grey... Eu sei que ele usa o terno da cor errada. É claro que não sabemos muito dele. Já "visitamos" a casa dele, ele já visitou a nossa. Já nos encontramos em campo neutro.
Não há muito que se dizer, é um inimigo. Nos vê dessa forma e é como nós o vemos também. enhum dos nossos encontros foi exatamente agradável e vai chegar um ponto em que a guerra vai seguir apesar da provisória (e aparente) trégua.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Sarah




Sarah... não sei bem o que ela é... até segunda ordem, vou tratá-la como uma Nephandus. Quando a conhecemos ela estava junto com o Coro Celestial, e aparentemente mantém muitas das crenças dessa Tradição. Ela é responsável, ou pelo menos co-responsável pelo atentado nas torres. Ela vem atacando capelas, tradicionalistas ou tecnocratas para roubar o Vis que ela necessita para seguir seu comparsa e juntos destruirem Doissetep e Horizonte. Ela é poderosa e perigosa.
É nosso alvo na emboscada que estamos armando em conjunto com a tecnocracia.

Parte 15

Já era tarde e a maioria de nós estava preparada para dormir quando ouvi um carro estacionando, não era bem um carro, era uma Van... TODA a família do professor... Eles vieram passar o Natal com ele... mas ele nunca nos contou que a família dele é hippie!!! Acho que ele providencialmente esqueceu de contar...

Eu não queria ser a chata e ranzinza, mas não dava para eles ficarem na Capela, não com a Sarah solta por aí e podendo nos atacar a qualquer momento, seria irracional colocá-los em risco. Mas eles ficaram lá naquela noite, acamparar no jardim. Na manhã seguinte o café foi uma bagunça... a cozinha tomada por toda aquela gente, mas o Professor parecia feliz, e o JJ curtindo aquela criançada...


Quando Foster me ligou eu até fiquei feliz, sinto falta do meu trabalho e queria uma desculpa para fugir da bagunça. Acho que eu tinha esquecido que meu trabalho "mundano" podia ser tão chocante. Me impressiona que pessoas que não têm a mesma experiência que eu, o mesmo treinamento, em ambos os meus campos de atuação, possam agüentar no osso do peito tanta barbárie.


Dirigi até o endereço que o Mark me deu, era uma casa no subúrbio, ele estava me esperando e me guiou pela cena do crime.


Primeiro quarto... o pai é encontrado morto, o corpo ainda está lá, parecem ferimentos de lâminas.


Segundo quarto... onde dois meninos foram encontrados mortos, os corpos já foram retirados, mas as manchas de sangue deixam claro que foi um massacre... ainda se vê... pedaços de carne e órgãos internos espalhados.


Terceiro quarto... onde a mãe é achada.


*A cena aparece em câmera lenta na mente de Amanda, seus olhos vêem, novamente uma porta entreaberta, eles vêem sua própria mão empurrando aquela porta, e seu coração sabe que dentro daquela peça existe uma mulher morta. Como um déjà vu, ela chega a vislumbrar a vítima, morta em uma banheira. Mas quando olha dentro do quarto, a cena é outra, a mulher parece ter sido esvicerada e enforcada com o próprio intestino.*


Uma mulher grávida não devia presenciar essa cena. Ninguém deveria ter que presenciar essa cena.


Quatro mortos, uma sobrevivente, uma menina de 9 anos, Jessica. Ela não fala, mas consegui que ela confiasse um pouco em mim, e fizesse um desenho.

Louize e Grey chegaram em seguida. O pessoal dele já tem investigado casos semelhantes. Seguimos pistas até que nos deparamos com uma criatura semelhante às ilustrações que vi de licantropos, porém sua pele parecia um couro duro, e sua aparência deveras deformada. Ele foi imobilizado e controlado, o pessoal do Grey cuidou do resto. A investigação foi basicamente deles, então era justo que eles cuidassem do resto.


Quando voltei pra nossa Capela, eu precisava de um café, preto e sem açucar... nem dei tempo pra que o JJ me censurasse dessa vez.


Mas ele pôde ver que alguma coisa estava errada... Pela primeira vez eu contei a ele, ou a qualquer pessoa, sobre a minha mãe... ele não disse nada, mas nada precisava nem devia ser dito, ele só me abraçou.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Capela Argos

*Esboços da Capela desenhados nos diários de Amanda, possivelmente imprecisos e contando com modificações ainda não concretizadas*No primeiro andar da Capela temos a cozinha, a sala principal, dois banheiros, sala de jantar, uma pequena academia, o jardim de inverno, e o quarto do Isaac.


No segundo andar temos três banheiros e os quartos, meu, do JJ, da Vasla, Louise, Hellen, Mestre Won e atualmente do Grey.

No terceiro andar temos mais dois banheiros, mais alguns quartos desocupados, o quarto do Professor, e estou planejando uma pequena biblioteca/sala de pesquisas/sala de computadores na peça maior.

Retratos

Melinda Sullivan O'Malley - Mãe da Amanda

Retratos

Shane O'Malley - Pai da Amanda

Moda

Vestido usado na noite de Natal (em família)






Vestido usado no jantar de Natal (Capela)

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Retratos

Louize

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Retratos


Pater Joseph Miller, bani Quaesitor

Parte 14

Depois do abraço, JJ, Isaac e Grey foram pra cozinha, eu ainda tinha que dar as notícias perturbadoras para Louise... Ela ficou muito abalada, e com razão! Ela disse que ia tentar se comunicar com ele, pedi que ela o chamasse de volta, não só porque sua ajuda é inestimável, mas porque só vendo-o vamos ter certeza que ele está bem.
Após uma breve conversa na cozinha onde JJ comunicou "em caráter oficial" a minha gravidez nós fomos para a reunião.
*Naquele momento eu queria ouvir os pensamentos de cada um deles, principalmente do Isaac*
Na reunião nós expusemos nossas descobertas, assim como a seriedade da situação, também explicamos nosso plano de aliança com a Tecnocracia para que possamos deter a Sarah.
Eu diria que as coisas correram conforme esperado, mas nossos líderes ainda não nos deram uma resposta se estão dispostos a se expor e a se aliar com os Tecnocratas.
Apresentei JJ ao meu mentor, Pater Joseph Miller, bani Quaesitor, ele já o conhecia de nome, e aparentemente gostou do que ouviu anteriormente... Ele não pareceu tão feliz quando falei sobre o bebê. Muitos membros da Casa Quaesitor vêm família como um obstáculo. Ou como alvos a serem usados pelos nossos inimigos.
*Quando voltei a me encontrar com JJ ele estava com seus companheiros de Tradição... até aí tudo bem... não fosse por uma delas, que estava vestida (não... essa não seria a palavra mais adequada) apenas com umas.... tiras... de ...sei lá... vinil, ela estava pratica mente em cima dele! Eu fiquei com tanta raiva.... Quando eu coloquei o ramo de azevinho na porta da cozinha, ele ficava bloqueando a passagem por causa daquela bobagem de beijo, mas quando aquela vagabunda se jogava pra cima dele ele não se importou ...era uma coisa "normal"! Que ódio.... Não... e o professor ainda dava corda... e no carro eles tiveram a cara de pau de dizer que eu estava resmungando! Imagina... Era pra eu ficar feliz e saltitante por acaso? E não pararam de falar na vagabunda até a gente chegar na Capela! como se não tivesse assunto mais importante pra conversar! E o pior é que o JJ acha graça... muito engraçado mesmo que é...*
Depois que me acalmei um pouco Isaac chamou a mim e a Louise, nos explicou como as coisas deveriam se estruturar na Capela, e todos nós nos dirigimos à sala principal.
Isaac explicou que como nós somos cinco, cada um assumiria uma ponta do pentagrama, cada ponta, por sua vez representando um elemento e uma função que deveremos assumir na capela.
Água representa a liderança política da Capela, aquele que falará nas reuniões, e responsável também por legislar;
Fogo responsável pelos contatos, basicamente "Relações Públicas" da Capela;
Ar, líder de guerra, responsável pelas estratégias militares da Capela em situação de combate;
Terra, organização física da Capela, responsável pela dispensa, pelas finanças;
Espírito, responsável pelas defesas mágicas da Capela.
As posições foram definidas através de sorteio, ficando da seguinte forma: Água: Isaac, Fogo: JJ, Ar: Louise, Terra: Eu e Espírito: Prof. Oliver.
Depois disso, JJ foi cozinhar, deviam ser umas 3hrs da madrugada, nos jantamos e resolvemos que como na noite do dia 24 todos nós temos compromissos com nossas famílias, na noite do dia 25 vamos jantar juntos na Capela, então resolvemos fazer um amigo secreto, incluímos o Michael e o Grey.
Eram quase 4hrs e eu estava cansada e subi para tomar um banho. Eu estava no chuveiro quando JJ entrou, ele estava meio quieto e pensativo... me olhando... então ele diz: "Depois desse a gente vai ter mais 4."
Mas 1 mais 4 são 5 - eu disse.
-Cinco é um bom número...
-Três no máximo.
-Três é um número pequeno...
- Vamos ver como a gente se sai com um primeiro....

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Retratos

Amanda

terça-feira, 12 de junho de 2007

Antigos Amores II



Roberto Medina, paramédico. Quando eu ainda estava nas ruas a gente se via com freqüência, acidentes de carro, assaltos com vítimas, violência doméstica... nada romântico, mas quando se compartilha experiências tão marcantes acaba sendo natural uma aproximação.
Depois do Despertar comecei a desenvolver essa tendência para relacionamentos que não tinham potencial para dar certo. Bobby era apaixonado por outra mulher, e eu era uma tentativa de esquecê-la. Nós terminamos depois de uns 6 meses juntos. Ainda assim a gente se via todos os dias e o clima ficou meio tenso. Até o dia em que uma ex-namorada apareceu e pediu a ajuda dele pois o irmão dela estava com problemas com drogas. Bobby sempre quis cuidar de todos, seu pai abandonou a família quando ele tinha uns 8 anos, e ele sempre cuidou da mãe, dos irmãos, e depois dos amigos, dos colegas...
Ele conseguiu colocar o amigo em uma clínica de reabilitação, mas ele fugiu e arrombou a casa da mãe dele, roubando TV, vídeo e sei lá mais o que prá comprar mais drogas. Bobby foi até o lugar onde esse amigo estava ficando e o confrontou, acabou levando um tiro no coração, passou cerca de 8 horas na sala de cirurgia, mas não resistiu.
Toda a brigada do departamento de combate ao fogo e todo distrito 55 estavam presentes no funeral, todos nós usamos nossos melhores uniformes, as bandeiras do Corpo de Bombeiros e da Delegacia de Polícia foram erguidas a meio pau, pois mais que um ex-namorado, um querido amigo, um dedicado colega, um competente paramédico, e principalmente um grande homem merecia uma despedida à sua altura.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Antigos Amores I



Desconsiderando o jardim de infância e o primário, Mark Foster foi meu primeiro amor, e primeiro namorado, e por assim dizer, meu primeiro amante, claro que até hoje meu pai não sabe disso.
Até hoje tenho um grande carinho, e talvez até um tipo de amor por ele. É meu parceiro, todos os dias eu coloco minha vida nas não dele e ele a dele nas minhas. Essa confiança cria elos quase impossíveis de serem quebrados.
Nos terminamos um namoro de três anos (meu relacionamento mais longo até hoje) de uma forma tranqüila e natural, sem dramas nem ressentimentos.
Acho que a esposa dele tem um pouco de ciúmes até hoje, mas lida bem com isso. Não sei como JJ reagiria, uma vez ele me perguntou, basicamente, se eu tinha um caso com meu parceiro e eu respondi que não. Não vi necessidade de falar no passado naquele momento. Se ele perguntar eu respondo...

Parte 13

Foi organizada uma reunião com nossos líderes. Pater Joseph Miller me chamou para ajudar nos preparativos para que a segurança fosse reforçada. Haviam vários Flambeau, Tytalus... as defesas mágicas foram carregadas de energia.
*Durante toda a tarde Amanda trabalhou com os outros Herméticos para que nada desse errado durante a reunião. Perto do horário estipulado ela voltou para a Capela, deveria se arrumar, conversar um pouco com os outros. Quando chegou estavam lá o Sr. Grey, Prof. Oliver e Louize. *
Grey e Matthew têm algumas informações perturbadoras sobre o caso Sarah. Matthew conversou com ela... ela disse que destruiu a capela tecnocrata em que nós estivemos, Mestre Won estava lá.... Grey entrou em contato com seus superiores e confirmou a informação. Preciso conversar com a Louize, ela não deve ouvir isso do Professor muito menos do tecnocrata.
*Quando Amanda chamava Louize para que pudessem conversar mais privadamente, JJ chega*
Eu congelei quando JJ tocou minha barriga na frente de todos e disse: "Oi filhão!" E pude sentir quase que fisicamente o Grey me escaneando prá confirmar a informação.... eu não queria qe ele soubesse, não me importo que o Prof. saiba, mas o Grey me deixa desconfortável. Não quero ter essa criança num hospital comum, deve haver alguma clínica onde eles não tenham muita influência....
*Ela não consegue conter a surpresa quando Isaac surge pela porta... não esperava vê-lo ali, mas sua presença traz segurança, segurança que ela precisa naquele momento. A mesma segurança que sentia quando o pai a pegava no colo prá protegê-la das implicâncias dos irmãos. Por um breve instante ela percebe como e quão rapidamente seu sentimento pelo Euthanatos mudou, talvez ela estivesse só confusa no começo. Isaac, agora, a faz sentir segura... e paradoxalmente, sua figura inspira segurança*
Obviamente eu não estava "raciocinando" foi um impulso, mas quando dei por mim eu já estava abraçando Isaac. Por algum motivo eu precisava daquilo. Eu sei que estou vulnerável, mas também sei que não posso estar. Tenho que pensar claramente, tenho que estar firme, por que nossos inimigos vão se aproveitar de qualquer brecha que nós deixemos. Isso inclui o Sr. Grey.
Eu gosto dos abraços do JJ, são firmes e quentes, mas não era daquilo que eu precisava, não era de um "homem", eu precisava de um... pai... isso parece tão fora de sentido, há um tempo atrás eu me sentia atraída pelo Isaac e agora ele é minha referência paterna dentro da capela. E precisava de um abraço que me fizesse sentir em casa, não de abraço que me fizesse sentir mulher como os do JJ. Não sei se vou saber explicar isso prá ele, mas dúvido que ele pergunte.

Espíritos e Imagens




Ao longo do tempo, conforme vamos nos tornando mais experientes e dominando melhor Ars Spirituum, começamos a criar uma imagem espiritual, o "corpo" que assumimos que passamos para o Mundo Espiritual. Aos poucos me tornei assim, cada parte da indumentária tem seu significado: as sandálias são armas mágicas da Lua, a esfera imaginativa, a imaginação com sandálias nos pés acelera nosso caminho individual; a túnica externa é supressão, arma mágica da esfera de Saturno, simboliza, em um nível físico, a parte sagrada do corpo feminino, o mais alto princípio da feminilidade; o peitoral, ou Lamen, arma mágica da sexta esfera, a Solar, é o armadura da alma; e finalmente o cinturão, arma mágica da sétima esfera, a esfera de Vênus, o amor e a emoção.

Arsenal VII



Uma pulseira de moedas irlandesas. Era da minha mãe, da minha avó, da minha bisavó.... nem sei de quem mais, mas veio da Ilha Esmeralda com a minha família.
As moedas simbolizam a terra. A estabilidade, o trabalho, carreira, a casa. O aspecto material, em oposição ao ar que representa as idéias, o intelecto. A Terra nos traz os aspecto concreto das nossas vidas.
Nesse momento da minha vida a Terra representa minha nova família. A criança que cresce na minha barriga.

domingo, 10 de junho de 2007

Arsenal VI



Adaga, escolhi uma adornada com motivos celtas, afinal, não é possível negar nossa própria ancestralidade.
Adagas, espadas, representam o elemento ar, os ideais elevados, o raciocínio lógico. Mostrando-nos que muitas vezes se vencem as batalhas utilizando muito mais a cabeça, a inteligência do que a força.
Além da simbologia, do cerimonial, também utilizo essa mesma adaga em combates.

Arsenal V



O Cálice. Representa a compaixão, a água, o sentimento, o feminino. O receptáculo sagrado, o Santo Graal da compaixão divina, que doa e recebe. Buscado pelos cavaleiros arturianos em suas jornadas, enquanto empunhavam suas lanças, bastante óbvio quande se pára prá pensar. A força imersa na compaixão. A sabedoria no sentimento. O equilíbrio. Mais um dos importantes segredos da magia.

Arsenal IV



A varinha é o instrumento de invocação de espíritos. Na maioria das tradições representa o elemento fogo e simboliza a força vital interior de um mago. A varinha data de tempos pré-históricos. O deus grego Hermes é representado com um caduceu, uma varinha entrelaçada serpentes e um topo alado, símbolo de poder, sabedoria e cura. A varinha também representa o masculino: a Força, física ou da vontade.
Como tantos outros, eu uso a varinha como um focus , não somente para Ars Spirituum, mas também para Ars Virium.
Eu mesma entalhei a varinha enquanto estava na Academia de Magia.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Arsenal III



Sig Sauer Mosquito
Similar à Sig Sauer P226, mas menor, tendo 90% do tamanho da P226, pode ter lanternas e silenciadores acoplados.

Arsenal II



Glock 19
Desenvolvida na Áustria no fim dos anos 70, e disponível no comércio mundialmente em torno de 1980. A Glock utilizou a mais moderna tecnologia da época para produzir uma pistola de alta capacidade, soco controlado e leve.

sábado, 2 de junho de 2007

Arsenal I






Sig Sauer P226 Crimson Trace


Em 1992 entra no mercado uma série de pistolas de alta qualidade e tamanho médio sa SIG, é menor que a Glock ou a Beretta. São armas populares entre os detetives de polícia e os agentes do FBI. Ela vem em 9x19mm (13 tiros) e .357 SIG (12 tiros)

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Lugares Sagrados VI



Marco Zero, ainda uma ferida aberta e purgando. Não sei se meu desejo é por justiça ou vingança. Mas não importa muito agora. Perdi colegas de trabalho, irmãos em armas por assim dizer, mas mais que isso, esse local se torna um santuário, um memorial, a ausência daquelas Torres me faz lembrar, todos os dias, que independente do que os seres são, magi, licantropos, vampiros, e principalmente, simples humanos, todos fomos tocados pelo que aconteceu, e situações como essa trazem à tona o melhor e o pior de nós, e heróis surgem em pessoas comuns, pessoas superam seus próprios limites, vencem suas barreiras e colocam sua Vontade acima de qualquer coisa, e continuam seguindo em frente. Isso é magia.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Lugares Sagrados V



Capela Argos, atualmente é o meu QG, é onde passo a maior do meu tempo. A princípio eu fui "transferida" da minha Capela, prá ajudar na investigação do desaparecimento de Dorian, mas fui ficando. Seu membros são Helen, bani Quaesitor; Isaac, bani Euthanatos; Loiuze, bani Akasha; Vasla, bani Sonhos; JJ, bani Êxtase; Amanda, bani Quaesitor e Prof. Oliver, bani Éter. Tem vários quartos e cada membro tem seu quarto, nem todos moram lá.
Tem boas proteções, e nós fazemos o possível prá manter isso assim, é nossa casa, nosso território afinal de contas, e nossa responsabilidade.

Lugares Sagrados IV



Minha casa... é um apartamento pequeno, mas eu não passo muito tempo lá mesmo... minha vida dupla toma muito do meu tempo, acho que meu irmão Brian passa mais tempo lá do que eu. Aliás foi ele que achou o apatamento prá mim, por um preço muito bom, eu não queria mais pagar aluguel e dividir casa com gente estranha, não queria morar na Capela da Ordem, apesar de tudo gosto de manter minha liberdade de ir e vir.
Acho que tem a minha cara, mas está chegando a hora de procurar um lugar maior.

Lugares Sagrados III



Academia de Polícia. Bom, não tenho muito a dizer, mas aprendi muito lá, principalmente sobre confiança e companheirismo. Aprendi lemas importantes, que vão muito além da polícia. "Cortesia, Profissionalismo, Respeito", "Para servir e proteger".
Esses lemas não servem somente para os policiais, ou pelo menos não me servem somente enquanto policial. São valores pelos quais tento nortear minha vida, sempre que possível.
Foi lá que aprendi a confiar minha vida ao meu parceiro, e zelar pela dele. Três coisas são confiáveis com certeza: o cavalo que você cavalga, a fera que guarda e vigia e o irmão ao seu lado.
Não somente a confiar, eu aprendi a ser digna dessa mesma confiança.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Parte 12

Não aconteceu muita coisa de relevância no que tange a nossa cruzada contra a Nephandus Sarah e seu exército. Os líderes das Tradições foram avisados e marcaram uma reunião. Minha vida privada, por outro lado, não deu apenas uma guinada de 180°, ela continua girando vertiginosamente.
Desde que descobri a gravidez... eu não consigo me focar em outra coisa. Eu fico pensando em como proteger essa criança da Sarah... de mim e do JJ... como proteger essa criança do que os pais dela são?
Nem sei se é possível... não sei se o que nós somos não vai afetar... o espírito do nosso filho.
Eu não consigo parar de pensar em como meu pai vai reagir, ele já não vai aceitar o JJ muito bem no começo (não aceitaria nenhum namorado meu muito bem de qualquer jeito), e quando descobrir a gravidez... meu irmão vai dizer que eu estraguei o Natal, e eu não vou conseguir mentir pro Velho, ele vai reparar que tem alguma coisa quando notar que eu não vou estar bebendo, e se eu pensasse em beber prá disfarçar o JJ ia ficarpegando no meu pé ...
Ou seja... ele vai saber, e se ele tiver um ataque do coração como meu irmão sempre prevê? Ou será que vai ficar feliz? ... Ele sempre quis netos....
E como o JJ vai reagir à reação do meu pai? Vai atenuar ou vai agravar as coisas?
Eu não consigo parar de pensar... e não penso com clareza! E como vou lutar contra a Sarah se não penso com clareza?
E a reunião com os líderes, eles vão querer saber coisas, vão dar ordens, e serei eu capaz de seguir as ordens, ou eu vou ter o instinto de proteger meu filho e desobedecer os líderes?
Minha cabeça gira tanto que eu já estou tonta e enjoada....

Lugares Sagrados II



Academia Hermética de Magia... alguma coisa tipo Hogwarts, bom... mais ou menos, é uma Universidade, foi lá que eu estudei Direito, e foi lá que começou minha formação dentro da Ordem, existem vários estudantes Adormecidos lá, que simplemente estudam se formam (ou não) e deixam a escola. A maioria dos professores também é a Adormecida. Mas existem os cursos "extra-curriculares" que contam créditos para a nossa formação.
Foi nesse lugar que minha jornada enquanto Maga da Antiga Ordem de Hermes começou, foi lá que edscobri as verdades e mentiras do Mundo, e como a minha Vontade e Palavra podem curvar as realidade. Lá aprendi novas línguas, fórmulas, numerologia, astrologia, quiromancia e várias outras "logias e mancias", aprendi a me auto definir e aprendi meu lugar na Tapeçaria da Realidade.

Lugares Sagrados I



Nossa velha casa no Brooklyn... morei lá desde que nasci até ir prá faculdade. Todas minhas lembranças de família tem essa casa como cenário, sejam elas boas ou ruins. Meu pai vive lá, sozinho até hoje, ele nunca vai se desfazer daquela casa, e na verdade ele queria que um de nós morasse com ele... Mas acho que depois de adultos, e depois termos nossa própria casa, nossa dinâmica de vida, nossa forma de lidar com as coisas do dia-a-dia, fica difícil de voltar à casa paterna. Ainda mais levando a vida que eu levo, tendo a Capela, a Ordem e a Polícia, são responsabilidades que eu assumi. E não posso deixar prá trás, e não posso revelar meus segredos pro meu pai.
E agora, tem o bebê, tem o JJ... Seria muito estranho voltar prá lá.
Meu pai comprou aquela casa quando Gavin tinha dois anos, antes disso eles moravam num apartamento pequeno, também no Brooklyn. Papai fez um balanço no pátio dos fundos, e é claro que nós sempre brigávamos, e sob uma das árvores do pátio muitas vezes eu me sentei para ler meus livros preferidos, Lá nós tínhamos um cachorro, um labrador bem bobão que morreu de velho há alguns anos. Enfim, o maior capítulo da história da minha vida foi escrito naquela casa. Foi lá que minha personalidade foi moldada, lá que eu me tornei a pessoa que eu sou hoje.

sábado, 26 de maio de 2007

Direito e Justiça

"Teu dever é lutar pelo Direito. Mas no dia em que encontrares o Direito em conflito com a Justiça, luta pela Justiça." - Eduardo Couture

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Surpresas

Minha cabeça parece girar em todas as direções ao mesmo tempo. Não sei o que me fez entrar na farmácia... os comentários dos meus irmãos, as perguntas do meu pai, as coisas que o JJ do futuro me falou... eu não sei, mas eu entrei lá e comprei o teste. Eu esperava que ele simplesmete me confirmasse o que eu já sabia.
Mas eu estava errada, o que eu sabia, estava errado e o teste deu positivo. É claro que é um erro eu pensei, então resolvi fazer as coisas do meu jeito, um jeito bem mais confiável.
Me sentei no chão do banheiro, tracei os sagrados caracteres enochianos e entoei as palavras, assim eu tomaria uma maior consciência do meu próprio corpo ativando meus conhecimentos e domínio em Ars Vitae, eu me concentrei e comecei o mapeamento... e o resultado do teste estava certo. Eu estou grávida. Bem no comecinho é claro... mas tá ali...
Claro que depois de mim a primeira pessoa a saber foi o JJ. E ele reagiu de uma maneira bem diferente do que eu esperava, achei que ele ia ficar... sei lá... chateado, brabo... contrariado... mas ele tá tão feliz... isso me deixou bem mais tranqüila, mais segura... pelo menos acho que não vou estar sozinha.

Parte 11

Conhecer o JJ do futuro foi uma coisa confusa, estranha e que mexeu muito comigo.


Ele pôde nos ajudar quando perseguimos a Sarah mais uma vez, dessa vez no mundo espiritual. Nós a seguimos, e num determinado ponto o JJ foi tragado de volta para o seu tempo, ficando seu corpo, novamente desacordado. Grey nos guiou a uma Capela Tecnocrata dentro da Teia Digital. Foi lá que descobrimos que Sarah não está sozinha, ela tem um exército de Nephandi com ela. E eles atacaram... alguns tecnocratas morreram, alguns ficaram feridos, Louize, Mestre Won e Oliver também se machucaram. Quando JJ acordou nós pudemos voltar. Dessa vez era o JJ certo, o ... meu JJ.


As coisas que ele falou... não saem da minha cabeça, e eu nunca mais vou olhar esse homem da mesma forma. Eu já sabia que estava me apaixonando, mas ouvir aquelas palavras, ditas tão... tranqüilamente por ele... e eu não consegui dizer o mesmo, e eu não sei porque... não sei se é medo.

No futuro ele toma café e usa armas, no futuro eu não tomo tanto café, no futuro ele se dá bem com meu irmão, conhece meu pai... e no futuro... ele me ama...

E eu acho que ainda não estava preparada para ouvir isso, só de lembrar meu coração pula. Nenhum homem me disse isso, pelo menos não que eu levasse a sério.

As palavras encerram um poder que os Adormecidos ignoram, e boa parte dos Despertos não têm total consciência. Por isso, as vezes eu prefiro ficar calada. Três coisas não têm volta: a oportunidade perdida, a fecha lançada e as palavras proferidas.

Eu quero poder dizer essas palavras, eu quero ter certeza delas, e quando eu tiver, ele vai saber, mesmo que eu não diga as palavras, palavras são compromissos. Mas quando chegar a hora, eu não vou ter medo.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Do Pó às Chamas.

Nec pulvis.
Nec flamma.
Nec tempestas.
Nec timor.
* * *
Não é poeira.
Não é chama.
Não é tempestade.
Nem medo.
* * *
Nossa fortaleza cai em ruínas.
Nossos inimigos ascendem.
Nossos aliados se voltam contra nós.
Fomos conquistados?
Nunca.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Fênix

A torre é maior do que a soma de suas pedras. Mesmo se aquelas pedras se desintegram, o grande projeto permanesce. A torre caída pode ser reconstruída. E será. Pois nosso projeto é seguro, e nosso propósito firme. O tempo está ao nosso lado - tempo, e sabedoria das eras.
* * *



segunda-feira, 21 de maio de 2007

Mr. Evan Grey



Evan Grey, agente da Tecnocracia, um remédio amargo que nós estamos tendo que engolir para suavizar os sintomas de uma doença maior e corrosiva. Grey gosta de ressaltar que nós somos parecidos. Ele vê semelhanças e discrepâncias onde ele quer. Eles nos observa e faz relatórios, e conhece nossa capela, e com certeza não é merecedor de confiança. Acho que não é pior deles, mas isso não faz dele uma boa companhia.
Escolhi para ele um presente de Natal que achei.... mmmm ... relevante, espero que ele entenda a mensagem implícita. Burro ele não deve ser.
As vezes eu tenho pena, ele não é mais ele, ele é uma parte de um todo. Eu me pergunto onde ficaram escondidos os quereres, os sonhos, os desejos, as opiniões, esse tipo de coisa não pode ser simplesmente eliminada, pode ser reprimida. mas não apagada. Em algum lugar na mente (ou no coração, se este não foi removido cirurgicamente e substituído por uma peça mecânica) estes desejos e sonhos estão guardados e ele deve tentar esquecer.

Parte 10

O aparelho do professor indicou o local onde ela apareceu, e nós fomos lá, mas chegamos tarde, ela já havia matado...

JJ tentou alguma coisa que não deu certo e acabou desacordado, nós o colocamos no carro e fomos até um outro ponto onde ela apareceu, lá nós a encontramos, mas ela, novamente fugiu para o mundo espiritual, mas dessa vez, num impulso eu a segui, foi uma coisa estúpida a se fazer... a Sarah está poderosa demais, ela suga o Vis dos magi até matá-los, ela precisa do Vis para a viagem até Doissetep, e nós não podemos deixar que ela consiga. Infelizmente não é tão simples.

Sem Isaac, sem Vasla, sem JJ... ainda tendo por companhia o Sr. Grey.

Tentei trazer JJ de volta, funcionou anteriomente com o Isaac, mas dessa vez não deu certo, ele precisa de tempo... e nós temos pouco... e eu preciso dele, e ele não está aqui.
Na Capela, eu redigi relatórios, enviei aos meus superiores.
Estive em casa, conversei com meu irmão, voltei para a capela.
A cronologia, de fato é irrelevante, em um dado momento Louize e eu estávamos conversando na cozinha e ouvimos um barulho, JJ tinha acordado, mas ele parecia sofrer de uma amnésia.
Logo compreendemos que não era bem isso, ele estava perdido no tempo, estava em alguma época antes de Despertar, antes da Tecnocracia acabar com a carreira dele, quando ele ainda não acreditava, e quando os sonhos dele eram outros... Ele não lembrava de nós, tentei algumas vezes trazer as lembranças dele à tona, mas a resistência era grande, achei que seria mais fácil enviar uma lembrança minha para dentro da mente dele. Escolhi a cena de quando ficamos juntos pela primeira vez, no apartamento dele, quando ele me contou como as coisas aconteceram. Funcionou, ele lembrou meu nome, mas naquele momento foi só, logo em seguida quando eu toquei na mão dele, foi quando... ele mudou de tempo. De novo.
O JJ que estava no comando tinha vindo de um tempo adiante, do futuro.
*Tão diferente, e ainda assim os mesmos olhos, o mesmo homem... mais próximo. Aquele homem a conhecia melhor, e a olhava de um jeito diferente.*

Melinda O'Malley



Minha mãe era uma mulher bonita e inteligente, era professora de literatura numa escola católica do Brooklyn. As poucas lembramças que eu tenho envolvem livros infantis e histórias muitos sonhos e fantasias. Ela nos chamava prá contar histórias antes do jantar enquanto esperávamos meu pai chegar do trabalho, eu devia ter uns 4 anos... Depois de um tempo, ela parou de fazer isso, ela chegava da escola e bebia, aí então ela ia fazer o jantar, e bebia mais, quando meu pai chegava, eles brigavam, ele tentava manter o tom baixo para que nós ouvíssemos, mas ela normalmente estava descontrolada. Eles trocavam acusações e ameaças. Um dia ele deu um ultimato, ou ela se tratava ou ele ia embora, levando os filhos. Na semana seguinte ela se internou e voltou para nossa casa depois de um mês, completamente sóbria, e por uma semana nós ouvimos histórias antes do jantar novamente. Mas não durou muito tempo, ela começou a se deprimir sem o álcool, então se viciou em antidepressivos. Uma tarde, quando a angústia era tão forte que ela não podia mais agüentar a própria situação, procurou alívio em ambos os vícios.
Eu tinha 6 anos e cheguei da escola, a água da banheira transbordava e já estava quase na escada, quando eu entrei no banheiro, ela parecia dormir tão suavemente... mas eu tentei acordá-la, eu estava com fome... ela não acordou.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Wicked Game

The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd meet somebody like you.
And I never dreamed that I knew somebody like you.
No, I don't want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
No, I don't want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
With you. With you. (This world is only gonna break your heart)
What a wicked game to play, to make me feel this way.
What a wicked thing to do, to let me dream of you.
What a wicked thing to say, you never felt this way.
What a wicked thing to do, to make me dream of you and,
I want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
With you.
The world was on fire and no one could save me but you.
It's strange what desire will make foolish people do.
I never dreamed that I'd love somebody like you.
And I never dreamed that I'd lose somebody like you no,
No, I want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
No, I want to fall in love. (This world is only gonna break your heart)
With you. (This world is only gonna break your heart)
With you. (This world is only gonna break your heart)
No, I... (This world is only gonna break your heart)
(This world is only gonna break your heart)
Nobody loves no one.
* * *
* * *
O mundo estava em chamas em niguém poderia me salvar a não ser você.
É estranho o que o desejo fará pessoas tolas fazerem.
Eu nunca sonhei encontrar alguém como você.
E eu nunca sonhei conhecer alguém como você.
Não, eu não quero me apaixonar. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Não, eu não quero me apaixonar.(Esse mundo só vai partir seu coração)
Por você. Por você. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Que péssimo jogo a se jogar, para me fazer sentir assim.
Que péssima coisa a se fazer, para me deixar sonhar com você.
Que péssima coisa a se dizer, você nunca se sentiu assim.
Que péssima coisa a se fazer, para me fazer sonhar com você e,
Eu quero me apaixonar. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Por você.
O mundo estava em chamas e ninguém poderia me salvar a não ser você.
É estranho o que o desejo fará pessoas tolas fazerem.
Eu nunca sonhei que eu amaria alguém como você.
E eu nunca imaginei que perderia alguém como você, não
Não, eu quero me apaixonar. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Não, eu quero me apaixonar. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Por você. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Por Você. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Não, eu.... (Esse mundo só vai partir seu coração)
Ninguém fica sem amar alguém.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Mark & Julia Foster

Mark Foster, amigo de infância, e meu primeiro amor. Hoje, é Det. Mark Foster.

O pai dele também era tira, e nossas famílias eram amigas, são até hoje. Quando minha mãe morreu, a Sra. Foster ficou comigo alguns dias até meu pai se organizar. Quando nós éramos adolescentes foi meio natural que a gente se apaixonasse, nós confiávamos muito um no outro e isso facilitava as coisas. Na época da faculdade, acabamos indo prá faculdades diferentes, ele conheceu outras garotas, eu conheci outros caras, e cada um seguiu seu rumo. Até a Academia de Polícia, onde nos encontramos de novo e somos parceiros até hoje. A confiança continua a mesma, talvez mais sólida, pois agora a vida do outro é responsabilidade nossa. A relação entre parceiros na polícia é uma das coisas sagradas prá um policial, se não se pode confiar no tira ao seu lado, as coisa não tem como funcionar.
Mark e Julia se conheceram através de amigos em comum, namoram cerca de uns dois anos antes de casar, meses depois do casamento ela engravidou e ficou insuportavelemte feliz... mas no quinto mês ela perdeu o bebê, e só dois anos depois eles conseguiram ter o Mark Jr. que é meu afilhado e agora está com 1 ano e meio.
A Julia é psicóloga e trabalha com crianças, ela lida com todo o tipo e problemas, crianças agredidas, crianças que perderam os pais. Mas ela é muito sensível e as vezes esses problemas parecem afetá-la mais do que deviam.

Brian O'Malley & Martha O'Shea



Brian é o irmão do meio, com todas as agruras e a paz que o cargo traz. Sempre no meio dos conflitos entre mim e Gavin, e as vezes ofuscado pelo primogênito perfeito e pela caçula rebelde. Mas também raramente lembravam de brigar com ele...

Brian fez faculdade de Administração, e é corretor de imovéis, e está muito bem de vida...

Somos muito amigos, ele é a única pessoa que tem a chave do meu apartamento (que aliás, foi ele que conseguiu por um ótimo preço prá mim), ele tem algumas roupas lá e tudo mais. Não tem quarto, quando ele fica lá, fica no sofá mesmo...

Ele conheceu a Martha por causa do trabalho, ela é engenheira e faz avaliações das contruções que ele vende. Gosto muito dela, ela, é divertida e inteligente, não tem os pudores da Susan, não tem aquela "perfeição" americana da minha outra cunhada.
Mas a verdade é que ela quer casar e quer ter filhos, e meu irmão está enrolando ela já faz tempo...
Na nossa última conversa, ele me falou que ela está pressionando prá casar, ele vai tentar mais uma enrolada... vai chamar ela prá morarem juntos... vamos ver se funciona...
Foi essa conversa com meu irmão que me motivou a conversar com JJ, não sou do tipo que faz pressão, mas não gosto da indefinição, ou é um relacionamento, ou não é.

Gavin & Susan O'Malley


Meu irmão e sua esposa se conheceram na faculdade. Meu irmão é, resumindo, o Sonho Americano. Médico, tem uma bela esposa, é bom marido, acabou de comprar uma casa grande que eles pretendem encher de filhos. Aliás, me surpreende que eles ainda não tenham nenhum...
É o filho preferido do meu pai. Também é o que mais tempo passa com o "Velho". Ele trabalha no NY Hope, ela também, mas como já têm alguns anos de casa eles podem escolher melhor os horários de trabalho, assim, eles podem se organizar melhor para cuidar do nosso pai e dos pais dela. Ela é de uma família irlandesa, e quando eles começaram a namorar, logo se descobriu que o pai e os pais dela se conheciam da Igreja. O casamento foi uma grande festa, acho que uma das poucas vezes que vi meu pai bêbado.
Atualmente, eles fazem questão que as festas sejam na casa nova deles. A casa é grande e tudo mais, mas acho que meu pai preferia que fosse na nossa casa no Brooklyn. De qualquer forma, como quem , de fato, organiza as comemorações é a Susan e a mãe dela, ele não pode reclamar muito.
Com relação a mim, ele é superprotetor, brigou feio comigo quando eu falei que não ia prá faculdade de Direito, e sim para Academia de Polícia... afinal, eu não só sou a caçula, mas também mulher, acho que ele achou que eu era lésbica... deve continuar achando... Ele ainda reclama do meu trabalho, como vou encontrar um bom marido e ter meus filhos sendo uma policial... sem falar que eu posso levar um tiro e deixar as crianças órfãs... coisas assim...
Espero que as coisas funcionem pro meu irmão mais velho, a culpa e a decepção poderiam ser fatais prá ele, ele exige demais de si mesmo e daqueles a sua volta, a pressão pode acabar com o casamento, com as relações de trabalho e gerar ressentimentos. Mas acho que ele sabe disso, e assumes os riscos.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Shane O'Malley



Shane O'Malley, tira aposentado, atualmente orgulhoso proprietário do Fiddler's Green Pub e Restaurante.
Diz a lenda que se um velho marinheiro está cansado de navegar, ele deve andar em terra firme com um remo sobre seu ombro. Quando ele chegar a uma bela vila no meio do campo e o povo lhe perguntar o que ele está carregando... Ele saberá que encontrou Fiddler's Green. O povo lhe dará um lugar ao sol na frente do Village Inn com um copo de cerveja forte que se reeche a cada vez que se bebe a última gota e um cachimbo com tabaco perfumado que nunca termina. E a partir de então, ele não terá mais nada a fazer a não ser apreciar seu copo e seu cachimbo e assistir as donzelas dançando ao som de um violino em Fiddler's Green.
E esta é uma velha cantiga irlandesa "Fiddler's Green" sobre um homem do mar que está morrendo no mar e se despedindo dos companheiros antes do funeral no mar.

"Envolve-me nos óleos e cobertor
Não mais nos arredores das docas eu serei visto,
Simplesmente diga ao meus companheiros de navio,
Que estou saindo em viagem, companheiros,
E verei a todos vocês, um dia, em Fiddler's Green"
* * *
E esse é o meu pai, um dia, cansado das procelas na vida de policial, ele pegou seu remo e pôs sobre o ombro, e caminhou até Fiddler's Green....
Desde a morte da minha mãe, ele ficou mais quieto, mais reservado. Continua indo à missa todo domingo, teve, ao longo dos anos, algumas "amigas". Luta muito, silenciosamente, para manter a família unida, ele nem faz idéia sobre o que eu sou, provavelmente ia ficar muito triste por ter certeza que eu vou pro Inferno...
Outro dia eu tive uma conversa com JJ, e aparentemente, nós estamos namorando. Isso me leva a pensar na reação do meu pai quando eles forem apresentados... não por causa da cor da pele, mas por causa das acusações sobre drogas e também porque ele não é católico irlandês...

terça-feira, 1 de maio de 2007

JJ Johnson



JJ, bani Êxtase, Capela Argos. JJ é um tipo bastante social, faz amigos com facilidade, tem jeito com as pessoas. Ex-atleta, bateu recordes de corrida, mas sua carreira foi interrompida por alegações de dopping. Tem uma avó viva, nasceu e cresceu no Harlem. JJ é bom em Ars Temporis, não é muito afeito aos combates, mas até onde eu vi, não foge da raia. Não bebe muito, e não usa drogas "sintéticas", Segundo ele, as acusações que sofreu de uso de drogas foram armadas pela Tecnocracia. Eu acredito nele.
Talvez ele, entre todos meus companheiros de Capela, seja aquele que eu conheço melhor.
Eu estava sozinha, mesmo no meio dos outros, mesmo tendo uma família unida, mesmo sendo parte da Ordem, eu me sentia sozinha. Até que ele entrou na minha vida. Não como um amigo, ou um parceiro, companheiro de Capela, mas... alguma coisa mais. Namorado é uma palavra que, na verdade, não define nada, mas acho que a gente não precisaria estar namorando (ou só dormindo juntos) para que as mudanças em mim acontecessem. Eu gosto da pessoa que eu suo quando estou perto dele, mais alegre e mais leve. Não perdi minha objetividade, muito menos minha personalidade, mas também me permito relaxar às vezes.
Temos diferenças de estilos de vida, de viãoes de mundo e de opiniões. Mas enquanto houver respeito, acho que vamos estar bem, enquanto um não tentar mudar o outro as coisas vão funcionar.
No começo... tinha tudo para ser só uma transa... mas ele me mostrou o homem, a pessoa que ele é e, sinceramente, foi uma surpresa... O que eu vi foi... melhor do que eu podia esperar... ele parecia tão... festeiro... meio superficial... aí ele me fala das crianças que ele ajuda, da avó... do passado, e tem coisas pequenas que ele diz que me fazem sentir... não sei... importante... prá ele.

Michael



Michael, bani Akasha, Capela desconhecida. Basicamente... namorado da Louise, se é que chega a tanto. Ex-militar, parece um cara legal, tem aprendizes, por isso deduzo que deve ser um Magus bem graduado. Nos ajuda sempre que pedimos.

Vasla



Vasla, bani Sonhos, Capela Argos. Vasla faz o estilo hippie-chic, a família dela tem dinheiro, ela não trabalha, mas é uma garota legal. Já demonstrou conhecimentos bem úteis em Ars Manes, ela que nos transportou para o outro lado quando precisamos, ela reforçou as defesas nessa arte na Capela, e também possui contatos importantes e úteis. Acho que era bastante ligado ao Dorian, bani Virtualidade que foi morto pelos tecnocratas que o capturaram. Não sei a natureza dessa relação mas ela parecia bem envolvida na investigação, na época eu atribuí isso à afeição que ela dedicava a ele.

Prof. Matthew Oliver



Prof. Matthew Oliver, bani Etér. Ele dá aulas em uma das universidades locais, acho que de Psicologia. Ele começou sua carreira mágika sendo recrutado pela Ordem, mas não se encaixou em nenhuma das casas, e Despertou inesperadamente, fazendo dele inadequado para Ordem de Hermes. Ele já mostrou alto conhecimento em Ars Vis.
A verdade é que ele é medroso, desconfiado e nunca está disposto a fazer os sacrifícios que nossa "carreira" exige. Também é dificil convencer ele a ajudar a manter a Capela limpa.... acho que ele pensa que é um hotel ou coisa assim, não sabe conviver com os outros harmonicamente.
Mas costuma ter algumas idéias brilhantes. Infelizmente nós não temos a escolha de ser simplesmente "linha de frente" ou "inteligência militar". Temos que ser multifunção.

Louise



Louise, bani Akasha. Louise é psiquiatra, por isso acredito que também domine Ars Mentis, aliás, é de se esperar dos Akasha. Louise tem uma mãe e um irmão italianos, e um pai e um outro irmão japonês, nasceu na Itália e foi criada pelo pai, no Japão. Ela trabalha num manicômio judicial, não sei o motivo dessa escolha, tenho que perguntar...
Pelo que pude ver, a mãe dela é bem liberal, o que deixa a Louise, meio envergonhada de vez em quando, já o irmão mais novo é muito engraçado e assanhadinho...
De qualquer forma, acho que a mistura "oriente/ocidente" faz da Louise uma pessoa complexa, ela é inteligente, bonita, tem grana, tem um bom emprego, e ainda assim é muito insegura. Talvez ela se encaixasse melhor em outra Tradição. Não sei. Realmente não sei.
Mas é confiável, não tira o corpo fora que as coisas esquentam, e isso é muito importante, principalmente no momento delicado em que nos encontramos.

Mestre Won



Mestre Won, bani Akasha. Mestre Won chegou da China para a grande reunião com os líderes das Tradições, infelizmente, ou felizmente, nós perdemos essa reunão, que foi atacada por Sarah e eu comparsa e terminou com seis líderes mortos.
No começo eu achei que ele simplesmente não falava inglês, mas como passamos uma tarde em cmpanhia um do outro, conversamos um pouco, ele é mudo, mas se faz entender, e escuta bem. Acredito que ele possuí um bom domínio sobre Ars Mentis, ele sempre compreende o que queremos dizer, e sem nos faz faz entender sua mensagem, de uma maneira ou de outra.
Além disso, sempre mantém a calma e serenidade, e é simplesmente incrível em combate, tê-lo no grupo conosco passa segurança a todos nós. Existem situações que não podem ser evitadas, mas ele parece estar preparado prá qualquer coisa. Ah... a comida dele é boa... e ele ajuda a manter a Capela limpa.

Isaac





Isaac, bani Euthanatos, Capela Argos. Não sei o sobrenome, na verade sei muito pouco sobre ele, só posso teorizar.

Sei que não gosta do seu "trabalho", mas faz, simplesmente porque precisa ser feito. Acredito que sofreu alguma perda dolorosa, provavelmente ligada á família, talvez esposa e filhos tenham sido assassinados, ou mortos em algum acidente.

Nos meus primeiros dias na Capela Argos, me senti fortemente atraída por ele, não sei explicar o porquê, acho que me identifiquei com ele, também faço meu trabalho quando precisa ser feito, também sofri perdas, e também me acreditava sozinha.

A Tradição Euthanatos não facilita as coisa ao meu ver, imagino-os como soldados de elite treinados, mas não exatamente preparados. Acho que os Euthanatos aceitam seu fardo, alguns com prazer, outros com pesar, mas nada os prepara para o que eles realmente enfrentam, eles precisam aprender errando, na prática, se machucando. É triste. Isaac... é triste.