quarta-feira, 30 de maio de 2007
Lugares Sagrados III
Postado por Carolina às 14:50
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Parte 12
Postado por Carolina às 20:14
Lugares Sagrados II
Postado por Carolina às 19:57
Lugares Sagrados I
Postado por Carolina às 17:09
sábado, 26 de maio de 2007
Direito e Justiça
"Teu dever é lutar pelo Direito. Mas no dia em que encontrares o Direito em conflito com a Justiça, luta pela Justiça." - Eduardo Couture
Postado por Carolina às 15:22
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Surpresas
Postado por Carolina às 15:46
Parte 11
Postado por Carolina às 15:11
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Do Pó às Chamas.
Postado por Carolina às 14:33
terça-feira, 22 de maio de 2007
Fênix

Postado por Carolina às 02:40
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Mr. Evan Grey
Postado por Carolina às 18:42
Parte 10
Postado por Carolina às 18:36
Melinda O'Malley
Postado por Carolina às 18:08
segunda-feira, 14 de maio de 2007
Wicked Game
Não, eu não quero me apaixonar. (Esse mundo só vai partir seu coração)
Que péssimo jogo a se jogar, para me fazer sentir assim.
Postado por Carolina às 02:43
segunda-feira, 7 de maio de 2007
Mark & Julia Foster
continua a mesma, talvez mais sólida, pois agora a vida do outro é responsabilidade nossa. A relação entre parceiros na polícia é uma das coisas sagradas prá um policial, se não se pode confiar no tira ao seu lado, as coisa não tem como funcionar. Postado por Carolina às 15:22
Brian O'Malley & Martha O'Shea
Ele conheceu a Martha por causa do trabalho, ela é engenheira e faz avaliações das contruções que ele vende. Gosto muito dela, ela, é divertida e inteligente, não tem os pudores da Susan, não tem aquela "perfeição" americana da minha outra cunhada.Postado por Carolina às 15:05
Gavin & Susan O'Malley

Meu irmão e sua esposa se conheceram na faculdade. Meu irmão é, resumindo, o Sonho Americano. Médico, tem uma bela esposa, é bom marido, acabou de comprar uma casa grande que eles pretendem encher de filhos. Aliás, me surpreende que eles ainda não tenham nenhum...
que fosse na nossa casa no Brooklyn. De qualquer forma, como quem , de fato, organiza as comemorações é a Susan e a mãe dela, ele não pode reclamar muito.Postado por Carolina às 14:32
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Shane O'Malley
"Envolve-me nos óleos e cobertor
Postado por Carolina às 15:05
terça-feira, 1 de maio de 2007
JJ Johnson
Postado por Carolina às 22:03
Michael
Postado por Carolina às 21:46
Vasla
Vasla, bani Sonhos, Capela Argos. Vasla faz o estilo hippie-chic, a família dela tem dinheiro, ela não trabalha, mas é uma garota legal. Já demonstrou conhecimentos bem úteis em Ars Manes, ela que nos transportou para o outro lado quando precisamos, ela reforçou as defesas nessa arte na Capela, e também possui contatos importantes e úteis. Acho que era bastante ligado ao Dorian, bani Virtualidade que foi morto pelos tecnocratas que o capturaram. Não sei a natureza dessa relação mas ela parecia bem envolvida na investigação, na época eu atribuí isso à afeição que ela dedicava a ele.
Postado por Carolina às 21:33
Prof. Matthew Oliver
Postado por Carolina às 21:17
Louise
Postado por Carolina às 21:00
Mestre Won
Postado por Carolina às 20:44
Isaac
Postado por Carolina às 20:34
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Parte 9
Depois daquela maratona nós conseguimos dormir, acordei lá pelas 7 pm, e resolvi fazer uma janta. O Prof. Oliver tá sempre com fome... e nunca lava a louça dele....
Postado por Carolina às 14:36
segunda-feira, 26 de março de 2007
Reflexões
Postado por Carolina às 18:53
quarta-feira, 14 de março de 2007
Das Memórias de Amanda
Sentia seu corpo mudar, tão rápido que a cabeça tinha dificuldade de acompanhar, não falava disso com o pai nem os irmãos, eles não entenderiam, nem poderiam... Ela não tinha amigas, era diferente das outras garotas da sua idade, tinha tido uma criação diferente, tinha valores diferentes. Era “esquisita”, não tinha namorado, não que não quisesse ou que os garotos não se interessassem por ela, mas os irmãos sabiam ser bem intimidadores quando queriam. E o pai era policial... isso não ajudava.
Tinha um amigo, Mark Foster, as famílias eram amigas desde sempre, as “crianças” freqüentavam a mesma escola, todos iam à mesma igreja, os filhos se tornaram amigos, os pais idem. Quando a mãe de Amanda morreu a Sra. Foster cuidou da menina, se apegou a ela, como a filha que ela não teve. Amanda sentia um grande carinho pela Sra. Foster.
Amanda e Mark conversavam sobre tudo, tudo mesmo, inclusive coisas bem íntimas. Coisas que não conversavam com mais ninguém. Amanda contou todos os detalhes que lembrava sobre a morte da mãe, contou o que sentiu vendo todo aquele sangue, a raiva que sentia da mãe por tê-la deixado.
Mas também falavam das coisas estranhas que sentiam... dos novos desejos, da mudança em seus corpos, não eram mais crianças. Entre adolescentes, esse é um assunto popular. Eles se sentiam a vontade de conversar sobre isso. Com tempo foram se sentindo a vontade para...explorar possibilidades.
A forma como as coisas aconteceram não foi planejada, mais tarde eles diriam que simplesmente aconteceu, naturalmente. Eles estavam na casa dos Foster, Mark, sendo dois anos mais velho estava ajudando a amiga num trabalho da escola. A Sra. Foster havia saído para um chá como grupo de senhoras da Igreja, nessas reuniões elas tomavam chá e tricotavam agasalhos para as famílias carentes. Amanda e Mark estavam sozinhos. Logo o trabalho da escola ficou em segundo plano quando eles começaram a falar do assunto favorito daquele momento, o sexo oposto.
-Sabe a Judy, aquela do 3º ano?
-Sei – responde Amanda, deitada de bruços na cama de Mark, o livro de História aberto na sua frente já foi esquecido.
-Pois é... eu penso nela...tipo... no banho sabe... quando...
-Ai sei sei me poupa dos detalhes...
-Mmm eu não posso evitar... já visse ela no uniforme de líder de torcida?
-Já, ela não faz meu tipo. – Mark ri.
-Imaginei que não... acha que ela ia deixar eu .. tocar nela... sabe... –nesse momento ele faz um gesto tentando imitar os seios de Judy Garret. Amanda não consegue conter uma risada.
-Claro que não! Ela não ia te deixar nem ver! Ela só sai com caras da faculdade, você é uma criança pra ela!
-Se eu sou criança você ainda usa fraldas – Ele diz, com as faces vermelhas pela reação da amiga.
-Pode ser, mas aposto que têm caras querendo me ver e me tocar.
E pela primeira vez ele percebe, de fato, que está conversando com uma garota. É um pensamento perturbador, pois quando ele a olha assim, ele entende que queriam vê-la e tocá-la. Amanda tinha um belo rosto e seu corpo já não era mais de menina Ele mesmo sentiu vontade de tocá-la... e seu corpo reagiu a este impulso...
-Tá tudo bem Mark?
-Tá... é que... às vezes eu esqueço...agora vai ficar difícil de esquecer...
-Esquecer o que?
-Que você é... uma delas.
-Uma delas? Uma garota?
-É.
-Bom, acho que isso era meio óbvio né?
-É... nem tanto, eu acho... você é bem bonita...
-E...?
-E... eu acho que eu fiquei com vontade de te ver e te tocar.
Amanda sente seu rosto pegar fogo, imagina que deve estar parecendo um tomate nesse momento. Como se a consciência do que ele dizia estivesse acertando sua mandíbula como um soco, ela se sentiu tonta.
Ele se aproxima.
-Você ia deixar?
A cabeça gira e tem um zumbido nos ouvidos, ela faz que sim com a cabeça, sem pensar muito, na verdade, a mente já não está mais no comando da situação...
Postado por Carolina às 15:17
terça-feira, 6 de março de 2007
No-Doz
Postado por Carolina às 00:59
segunda-feira, 5 de março de 2007
Prelúdio
A mãe alcóolatra havia deixado de trabalhar havia alguns anos, o alcoolismo levou à depressão, e a depressão ao suícido.
O pai (Shane) e o irmão mais velho (Gavin), sempre foram superprotetores, o irmão do meio, Brian, sempre foi o mais próximo, e Mark Foster, um garoto da vizinhança, mais tarde veio a ser seu parceiro na Academia e na Polícia.
Eles cresceram, Gavin se tornou médico, Brian agente imobiliário, o pai se aposentou e abriu um pub e restaurante.
A decisão de entrar na polícia foi bastante natural, ela sempre soube o que queria. Gavin quase infartou.... o pai protestou e argumentou mas sentia-se secretamente orgulhoso, e Brian, como sempre, apoiou a irmã caçula.
Depois de dois anos de trabalho burocrático, cinco anos nas ruas, Amanda já se sentia pronta prá ser detetive, prestou os devidos exames, mas a promoção deixou um gosto amargo na boca.
No dia 11 de setembro de 2001, as explosões que derrubaram as Torres do World Trade Center mataram 23 policiais, detetives, oficiais, sargentos... para "repor" as baixas, Amanda, Foster e alguns outros foram promovidos.
Na vida pessoal, Amanda sempre foi fechada, teve poucos relacionamentos. Uns dois ou três namorados, quando as coisas começavam a se tornar mais sérias, ela dava um jeito de "sabotar" a relação.
Recrutada pela Ordem quando tinha 18 anos, assim que entrou na Academia, seu Pater foi o instrutor de Leis, assim que pôs os olhos nela, ele soube que ela era a Aprendiz que ele procurava. Amanda estudou a Magia com afinco, subindo os degraus depressa, e Despertou aos 22 anos.
Postado por Carolina às 21:26
Parte 8
Louize sentiu-se mal, acho que tentou fazer alguma coisa que não deu muito certo, como quando eu passei mal no carro. Vasla e eu entramos, logo Mestre Won entrou tb. Elas não estavam lá, Vasla concluiu que elas haviam escapado pr'Outro Lado, e nós fomos atrás, a passagem foi dolorida, tem estado bem mais difícil desde o atentado. Vasla ficou bem machucada e o Isaac ficou cuidando dela. Eu, Louize, o Professor e Mestre Won fomos buscá-las.
Eu e Louize lutamos com a mais jovem, foi difícil de achá-la, foi difícil acertá-la, nós duas saímos machucadas, mas no final, a mulher embuçada estava morta. Havia também um homem, ele foi meu próximos alvo. Surpreendentemente a mulher mais velha agora tinha seis braços, e Mestre Won batia nela usando, pasmem, o Prof. Oliver como arma. No final conseguimos aprisionar a mulher e a levamos prá Capela.
Chegando lá nós a interrogamos, minha vontade era de matar aquela vadia ali mesmo...
*Amanda vai ver como JJ está*
Depois de muita negociação a vadia nos deu um nome, o pessoal mais antigo pareceu bem surpreso. Sarah alguma coisa, uma Corista, segundo JJ, uma freira. E lá fomos nós, quase sem dormir, mas também, nós temos pouco tempo...
A Capela dos Coristas foi onde o ataque e a assassinato dos Líderes se deu, Isaac comentou que fazia um certo sentido, a freira deve ter dado livre acesso pro assassino. Isaac conhece a vagabunda, ela cuidou dele por um tempo. Quando chegamos lá, o Padre nos levou até ela, e é claro, ela resistiu, mas não vi bem como foi, a Louize e o Oliver ficaram lá, eu saí com o Isaac e Mestre Won por que alguma coisa estava muito errada com o Isaac...
Ele estava... se perdendo... ou nós estávamos perdendo ele... Entrei de novo na mente dele a fim de "estabelecer contato", pq senti que a mente dele...se esvaziava... Eu chamei por ele, pedi que ele voltasse... e uma coisa... um verme eu acho começou a sair de dentro dele... pela boca dele... saiu todinho, e se nós atacássemos ele ficava maior ainda. Os próprios Coristas baniram a mulher e a ... "coisa". Voltamos prá nossa Capela, a mulher fugiu, mas ela foi marcada e é mais fácil rastrea-la agora, e sabemos o que procuramos.
*O grupo de Magi volta para a Capela, cansados e debilitados, mas sabendo de seus propósitos, sabendo qual é o próximo passo*
Quando voltamos, Isaac ainda nos chamou para decidirmos o que fazer com aquela vaca, fizemos ela assinar um acordo mágico, ela não pode agir contra nenhum de nós nem aqueles ligados a nós, em troca... bom ela ficou viva, livre e entregamos as armas dela de volta.
*Ela sobe para descansar, mas ela não vai para seu quarto, é para o quarto de JJ que ela se dirige, e lá ela vai descansar...*
Postado por Carolina às 20:32
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Parte 7
A noite fui encontrar os outros na Capela, muito havia a ser conversado. Mas o fato é que nossa conversa foi interrompida por um Sr. White, um dos tecnocratas, na verdade, estranho... mas eu... lembrava dele..
"Lembrava-se dele em um nightclub, território neutro, lembrava das barreiras na mente dele. Lembrava que ele deveria estar usando um terno branco*
Ele queria as informações q obtivemos, sobre o atentado, como resultado, conseguimos 3 dias prá resolver as coisas do nosso jeito. Três dias, e se falharmos, uma guerra... não é muito tempo, tempo suficiente. Eu espero.
"A luta dá sentido à vida, a vitória ou a derrota estão nas mãos dos deuses. Festejemos a luta" Um antigo canto de guerra suaile, parece adequado agora. A vida é feita de batalhas diárias. Não existe a certeza da vitória, somente a certeza da batalha.
Nosso primeiro passo foi procurar uma mulher que a Vasla conheceu, amiga da mãe dela, não entendi bem o porque, mas fomos eu, ela e a Louize, os rapazes (JJ, Oliver, Mestre Won e Isaac) ficaram esperando, caso fosse necessário intervir.
Louize mostrou a gravação prá mulher, eu sentia que a mente dela não estava ali... "Ela" não estava ali. Ars Conligationis .
"Amanda levanta-se enquanto as outras mulheres conversam, ela caminha por entre os véus, ela procura a mulher, precisa saber a verdade. É quando subitamente sente a lâmina na garganta, outra mulher, mais jovem, olhos bem pintados, rosto coberto. Ela faz ameaças, e não dá respostas."
Quando saímos, elas mostraram um nome e endereço que conseguiram com a mulher mais velha. Contei a cena com a outra mulher. Fomos para o endereço no Bronx, uma casa velha e escura. E nojenta. Marcas de sangue por toda parte, e na cozinha, encontramos corações humanos na geladeira. Doentio.
"De repente, JJ voa contra a parede, eles não vêem o que o atingiu. Amanda corre prá socorrê-lo, Isaac, Louize e Mestre Won correm atrás do agressor. Ars Animae... Amanda odeia si mesma brevemente por não ter conhecimentos mais aprofundados nesta Arte. Ela pode apenas avaliar o dano, e não é pouco... Ele precisa de cuidados*
Eu não podia fazer muito por JJ, ele estava desacordado, com ossos quebrados, se Louize não pudesse consertar isso, nós íamos precisar de um paramédico. E rápido.
"Isaac grita pedindo reforços lá em cima, Amanda corre, assim ela já pede que Louize desça prá cuidar de JJ."
Vampiros. Acho q mais de uma dezena deles. Nós lutamos, Louize desceu pé ver JJ. Lutamos até que um deles interrompeu a luta e conversou conosco. Disse que nunca havia tido nenhuma Mary por ali, e eles ocupavam aquele lugar já fazia algum tempo. Aquela mulher havia mentido prá nós.
"Ela sentiu um alívio ao ver JJ melhor, ele não estava 100%, mas estava acordado. E até de bom humor. Agora ele precisava descansar."
Postado por Carolina às 14:57
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Parte 6
Postado por Carolina às 16:46
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Parte 5
JJ conseguiu taxis prá nós, no taxi eu me senti muito mal... a Louize acha que foi por causa do café, ela acha que eu tomo café demais, mas eu sei que não foi. Tudo tem um preço, e nós pagamos o preço por moldar a Realidade segundo a nossa vontade. Quando chegamos na Capela, Mestre Won fez um chá prá mim, ajudou bastante, depois tomei um bom banho e coloquei roupas limpas, a saída do prédio dos Tecnocratas foi pelo esgoto, não é uma lembrança agradável. Antes disso conseguimos abrir a caixa e o que tinha ali dentro era tipo um mp3 player... mas não tocava nada...
Quando saí do banho eles tinham descoberto como decodificar uma mensagem que Dorian havia mandado pro celular da Louize pouco antes de morrer.
A mensagem fez meu sangue ferver. Não foram os Tecnocratas os responsáveis pelos ataques... foi alguém de dentro das Tradições... infiltrado entre nós, provavelmente alguém que nós conhecemos, provavelmente alguém em quem nós confiamos. Um homem e uma mulher, ele provavelmente o Desaurido que matou os mestres, e ela uma traidora entre nós.
"Amanda sentia vontade de explodir coisas, mas na verdade sentia também que a própria cabeça estava prestes a explodir. Precisava descansar, o corpo tem seus limites... precisava dormir. Todos se retiraram, mas ela não pôde, a cabeça ainda estava alerta. Vagando pela Capela silenciosa acabou por encontrar uma espécie de academia... precisava cansar mais o corpo, assim ele sobreporia a cabeça, precisava também cansar a mente, por isso deixou os pensamentos fluirem, gastarem. Amanhece. Café.
' Estava na cozinha quando Isaac levantou, não pôde deixar de se sobresaaltar quando ele entrou, não havia sentido que alguém estava próximo. "Precisas dormir" "Eu sei" foi a resposta. Ele indica um quarto que ela pode ocupar na Capela, entrega chaves, dá instruções, ela escuta, na verdade, ela sempre escuta o que ele diz. E se pergunta por que se sente atraída por ele.... Quando ele se vai ela se deita, e finalmente fecha os olhos. E dorme."
Postado por Carolina às 02:44
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Parte 4
Postado por Carolina às 16:21
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Parte 3
Lá encontra seu amigo e parceiro de anos, Mark Foster, ela sabe dos rumores sobre o suposto affair deles, não se importa com isso, simplesmente não é verdade. O primeiro caso do dia, agressão, possível tentativa de homicídio, ninguém menos que a assitente da Promotoria, Hellen, uma Hermética, uma Quaesitor... isso torna tudo ...pessoal. Foster não entende, nem ela pode, realmente, explicar. Mas ele não pergunta, só se preocupa, como um irmão mais velho faria.
A segunda mente não descansa, nem o café faz ela calar a boca, reunião, caixa, Hellen, agentes, Isaac. Amanda conhece as armadilhas da segunda mente, sabe dominá-la, mas hoje... nesse exato momento a raiva não permite que ela perca tempo com rituais, mesmo os mais simples..."
Postado por Carolina às 18:53
Parte 2
Desde o atentado de 11 de setembro as coisas não são mais as mesmas, vários magos têm sumido, esse é o tema da grande reunião daqui a dois dias, com todas as Tradições. Na nossa pequena reunião intern, meu superior me designou para uma das Capelas, para auxiliar numa das investigações, um rapaz chamado Dorian, um Adepto da Virtualidade esava desaparecido. Seqüestrado pela Tecnocracia. Me uni aos outros, uma Irmã de Akasha, Louize, psiquiatra, um Cultista chamado JJ, Vasla, que acredito ser uma Oradora dos Sonhos, Prof. Oliver um Eterita.
Conheci ainda um Euthanatos, Isaac... tenho sentimentos, não... sentimentos não... sensações, conflitantes com relação a ele... ainda não consigo definir.
Decidimos armar uma emboscada, e capturar um dos "agentes", nós forjamos uma prisão de Dorian, nesse ponto já sabíamos que ele estava morto, Vasla teve certeza, Louize forjou a internação e nós só precisamos esperar um pouquinho... logo um dos agentes e um dos robôs chegaram. Dominar o agente foi fácil, já o robô foi mais difícil, ele chegou a atingir o Isaac.
Isaac e eu desovamos o robô enquanto os outros levaram o agente prá Capela.
Chegamos na Capela, Isaac e eu, o agente estava ainda desacordado, depois de ter certeza que ele estava bem algemado na cadeira, podemos acordá-lo e iniciar o interrogatório. Ele não pôde resistir muito. Conseguimos as respostas. Depois disso ele não era mais útil. Os outros saíram da sala, apenas Isaac e eu ficamos lá...
Eu sabia o que ia acontecer, e eu aceitei. Talvez por vingança... por tantas e tantas mortes... por tantos e tantos irmãos... tantos iguais, talvez a morte do agente fosse um consolo, talvez um alívio... talvez não. Há outros, sempre há outros.
"Amanda pára de escrever, sente-se cansada. E sabe que mentiu em seu relato, ela sabe, sim, definir suas sensações pelo Euthanatos. Ela sabe que concordou com a morte do agente por ódio, simples, puro e talvez até justificado ódio. Um ódio frio, de alguém que está acostumada ao ódio nas ruas, à violência, à morte, à dor ... e às perdas...
Sabe que se sente atraída por aquele homem quieto distante e frio, provalvemente por que ele não inspire 'envolvimento'... por que ele, provavelmente, não ia querer nada com ela... por que... ela se vê nele. Distância. Frieza. Dor. E força."
Postado por Carolina às 01:14 0 comentários
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Parte 1
‘Lentamente ela tira o casaco, tira o coldre e coloca sobre a estante, desabotoa a camisa, pensa que é um pouco irônico que não esteja suja de sangue, a camisa estava limpa mas ainda assim foi direto pra máquina de lavar... ela termina de despir-se, liga o chuveiro e toma um banho, como que um ritual, um ritual de limpeza e purificação.. água corrente corta o Mal...
‘Depois do banho, uma boa xícara de café, ela lembra de como e porque começou a tomar café, e afasta as memórias por que não as quer agora.vestindo apenas um roupão, cabelo solto e molhado, Amanda se senta e começa a escrever em seu diário. São, na sua maioria, anotações, mas, as vezes, as anotações não bastam.”
O dia já foi agitado, eu devia ter imaginado que a noite não seria mais fácil, aliás, nada é fácil. O caso McCain foi complicado, mas foi resolvido, o pobre homam foi assassinado pelo sócio, que tentou incriminar a viúva, fora apaixonado por ela a vida inteira e nunca superou ter sido desprezado. Não queria apenas se livrar de um sócio incômodo, queria vingança. Queria que seu objeto de desejo sofresse por um amor perdido, sofresse como ele sofrera, enlouquecesse de dor. Julgou ter cometido um crime perfeito, mas a mente humana prega peças, um obra tão perfeita e ele não poderia levar o crédito? Desde o começo eu sabia que ele era um assassino, o único desafio seria provar. Quando ele me “disse” onde estavam as roupas usadas na hora do crime, o caso já estava encerrado, ele agora é um problema da Promotoria.
Mas à noite... à noite é que as coisas acontecem, não importan em qual dos meus mundos, as noites sempre são mais agitadas, mas escuras, mais profundas.
A reunião na Capela, por si só, já teria fornecido emoções e sensações fortes, a presença física de um Primus... eu nunca esperei vivenciar isso "tão cedo", mas o conteúdo da reunião era perturbador.
Postado por Carolina às 18:20 0 comentários













